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Kátia Abreu diz não ter pretensão de assumir ministério

JOSÉ ROBERTO GOMES, SUZANA INHESTA E FERNANDA GUIMARÃES - Agência Estado

29 Maio 2014 | 13h 05

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu (PMDB-TO), disse, nesta quinta-feira, 29, não ter pretensão alguma de assumir um ministério caso a presidente Dilma Rousseff seja reeleita. "Não, nem pensar. Não existe conversa, não existe esse diálogo. Nem essa pretensão", disse rapidamente ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, após participar do 13º Seminário - Perspectivas para o Agribusiness 2014 e 2015, promovido pela BM&FBovespa. A senadora articulou com o Palácio do Planalto encontro de lideranças do agronegócio com a presidente Dilma Rousseff, que aconteceu na última sexta-feira (23)

Durante sua palestra, a senadora afirmou que o governo "não tem feito nada" pelo setor sucroalcooleiro. "Precisamos encontrar soluções rápidas e consistentes para o setor, que foi fortemente estimulado no passado", disse. De acordo com ela, a CNA defende a elevação da mistura de etanol anidro na gasolina dos atuais 25% para 27,5%, mas destacou que a medida sofre resistência da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Para Kátia Abreu, a cabotagem é "defasada" e a CNA está trabalhando para aprimorar o sistema no Brasil. A senadora também avaliou que a PEC 215, que trata da demarcação de terras indígenas, é "polêmica", mas que deverá ser aprovada. "Estamos fazendo marcação cerrada."