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Importância no cenário nacional é relativa, avalia pesquisador

- Atualizado: 10 Janeiro 2016 | 03h 00

Para Ricardo Ismael, Jorge Picciani tende a continuar no Legislativo estadual, deixando para Leonardo e Rafael candidaturas futuras a prefeito, governador ou senador

Para o cientista político Ricardo Ismael, da PUC-Rio, a família Picciani se destaca como aliada diante da fragilidade do governo Dilma Rousseff, mas tem importância relativa no cenário nacional. “Leonardo Picciani está em Brasília, é líder do PMDB, tem força na circunstância do momento. O Planalto vai fazer de tudo para mantê-lo líder. Leonardo tem a liderança contestada por grande parte do PMDB, mas tem a bênção do Palácio do Planalto e é favorito para se manter líder. Mas, olhando para a frente, isso não vai fazê-lo mais popular no Rio de Janeiro”, diz Ismael.

Segundo o pesquisador, Jorge Picciani tende a continuar no Legislativo estadual, deixando para Leonardo e Rafael candidaturas futuras a prefeito, governador ou senador. “O pai está convencido de que não pode tentar cargo majoritário e agora vai apostar nos filhos. A liderança de Leonardo ainda vai ser testada e Rafael tem muito o que caminhar.”

O PMDB que ainda está com Dilma, na avaliação do professor, deverá se afastar da presidente a partir do ano que vem. Peemedebistas da situação e da oposição defendem candidatura própria para presidente em 2018.

 

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