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Grafiteiros expõem obras sobre golpe e ditadura

ROLDÃO ARRUDA - Agência Estado

31 Março 2014 | 19h 17

O Ministério Público Federal de São Paulo, em parceria com a Cátedra Unesco de Educação para a Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância inaugurou nesta segunda-feira, 31, a exposição (Re) Conhecer... Para Nunca Esquecer, que tem como tema os 50 anos do golpe que depôs o presidente João Goulart e implantou a ditadura no País. Compostas por dois grandes painéis, com obras oito de grafiteiros de diversas partes do País, a exposição ficará aberta ao público até o mês de dezembro.

Segundo a procuradora Inês Virgínia Prado Soares, uma das idealizadoras e organizadoras do evento, o objetivo é chamar a atenção da população para o aniversário do golpe e estimular a memória, para que atentados à democracia não se repitam no País. "O Ministério Público sempre teve um compromisso forte com temas da memória, verdade e justiça", afirmou. "Com esse projeto nós renovamos esse compromisso e criamos uma novo marco da memória sobre o golpe. Marcos como esse são uma garantia da repetição dos fatos e também da reparação simbólica das vítimas."

A exposição tem como curadores o fotógrafo André Bueno e o grafiteiro Jejo. Foram eles que convidaram os oito artistas para produzirem obras especialmente para o evento. Cada um deles enviou trabalhos com dois metros de altura, que foram unidos e costurados em dois painéis gigantes, com dez metros de altura, por quatro de largura. Instalados do lao de fora do prédio do Ministério Público Federal, na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, podem ser vistos da rua.

"Escolhemos o grafite por se tratar de uma linguagem jovem e muito direta", explicou a procuradora Inês Virgínia.

Entre outras autoridades, participaram do evento o procurador-chefe do MPF em São Paulo, Pedro Barbosa Pereira Neto; o secretário de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, Rogério Sottili; o representante da Cátedra da Unesco, Sérgio Adorno; o presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado, Paulo Adib Casseb; e o coordenador do Arquivo Público, Izaías José de Santana.

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