1. Usuário
Assine o Estadão
assine
Eleições 2014

Giannetti: eleitorado busca superação da polarização

IDIANA TOMAZELLI - Estadão Conteúdo

26 Agosto 2014 | 19h 42

O economista Eduardo Giannetti, um dos assessores econômicos da candidata à Presidência Marina Silva (PSB), afirmou nesta terça-feira que o eleitorado brasileiro está buscando uma alternativa à polarização entre o PT e o PSDB. Ele atribuiu e essa vontade o crescimento da candidata nas pesquisas eleitorais.

Pesquisa Ibope encomendada pelo Estadão e pela Rede Globo e divulgada hoje mostra que a candidata Marina Silva (PSB) está em segundo lugar nas intenções de voto para presidente, com 29%. Em primeiro lugar está a atual presidente, Dilma Rousseff (PT), com 34%. O candidato do PSDB, Aécio Neves, aparece em terceiro, com 19%. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou menos. Em um eventual segundo turno, contudo, Marina Silva derrotaria Dilma por 45% a 36%, segundo o Ibope.

"O eleitorado brasileiro está em busca de superação dessa polarização entre PT e PSDB. E ele encontrou candidato que personifica essa superação, por isso está manifestando intenção forte de eleger a Marina", disse Giannetti, após conceder palestra na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio. "Há uma percepção de que essa polarização e esses partidos, de uma certa maneira, já deram o que tinham que dar. É hora de avançar e renovar as práticas políticas, que estão muito desgastadas e viciadas, Marina é portadora da esperança dessa mudança que o Brasil tanto anseia", defendeu Giannetti.

Ex-presidentes

Giannetti falou também que gostaria de contar com o apoio dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso Marina seja eleita. "Nós queremos ter os melhores trabalhando conosco. Uma visão generosa e de boa vontade para o futuro do Brasil tem de contemplar possibilidade de unir forças, em vez de fazer oposição pela oposição", disse o economista.

"Se ele (FHC) tem uma pauta e uma agenda de estabilidade, nós também temos. Vamos trabalhar juntos. Lula tem agenda de inclusão, vamos trabalhar juntos", afirmou Giannetti. Dias atrás, o economista já havia manifestado o interesse em ter o apoio dos ex-governantes, a que Fernando Henrique Cardoso respondeu dizendo que a recíproca é verdadeira. "Eventualmente, se isso (Aécio eleito) se configurar e tiver uma agenda com a qual nós temos identidade, não vemos por que não colaborar para que seja bem-sucedida em nome do Brasil", comentou Giannetti.

Eleições 2014

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo