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França: TSE tem de orientar sobre despesas do avião

CARLA ARAÚJO, WLADIMIR DANDRADE, VALMAR HUPSEL, MATEUS COUTINHO E RICARDO CHAPOLA - Estadão Conteúdo

25 Agosto 2014 | 18h 54

O coordenador financeiro da campanha de Marina Silva afirmou ainda que não sabe se o avião que Campos usava foi obtido através de um empréstimo pessoal

Divulgação
O pessebista disse acreditar que ainda pode haver um banco por trás da operação, o que poderia garantir as indenizações às vítimas

O coordenador financeiro da campanha de Marina Silva, Márcio França (PSB), disse nesta segunda-feira, 25, que dificilmente a candidata saberá como incluir as despesas do avião de Eduardo Campos em sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Ela não vai saber. Duvido que ela saiba. Essa é uma situação inusitada. O TSE vai ter que dar uma orientação, como é que você faz a prestação de contas da pessoa física de uma pessoa que já faleceu", disse, ao chegar para o debate entre os candidatos ao governo no SBT, em São Paulo.

França afirmou ainda que não sabe se o avião que Campos usava foi obtido através de um empréstimo pessoal e se o contrato estaria vinculado ao comitê financeiro do Eduardo ou da campanha de Eduardo. "São dois comitês financeiros."

O pessebista disse acreditar que ainda pode haver um banco por trás da operação, o que poderia garantir as indenizações às vítimas. "Não entendo nada de avião, mas entendo das coisas menos complexas. Um automóvel, quando a compra é financiada e um banco faz a intermediação, fico devendo para o banco. Tem um banco aí que não apareceu até agora. É esse banco que tem que aparecer", afirmou. "O proprietário do avião é um banco."

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