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Filho de Campos puxou gritos de saudação ao pai

DAIENE CARDOSO E FÁBIO BRANT - Estadão Conteúdo

17 Agosto 2014 | 20h 13

O público presente ao sepultamento de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República, começa a deixar o cemitério de Santo Amaro, em Recife (PE). O local reuniu simpatizantes e militantes do PSB, que lotaram as alamedas. Assim que o caixão chegou ao cemitério, um princípio de tumulto se formou no portão principal. A administração chegou a fechar o portão, mas foi necessário reabri-lo, diante da possibilidade de invasão do cemitério.

Campos foi sepultado sob 25 minutos de queima de fogos, aplausos e gritos de "viva Eduardo, viva Arraes". João, filho de Campos, tratou de puxar os gritos de saudação ao pai. Campos morreu na última quarta-feira, 13, em um acidente aéreo em Santos, no litoral paulista.

Por todos os lados eram vistas bandeiras do PSB. Muitos dos presentes vestiam camisetas em homenagem ao presidenciável. Outros portavam fotos, bandeiras do Brasil e de Pernambuco. Em alguns momentos, entoaram a frase "Eduardo guerreiro, do povo brasileiro".

Os integrantes da família de Campos estiveram todo o tempo juntos. Quando o caixão começou a ser baixado ao jazigo, a viúva Renata Campos e quatro dos cincos filhos do casal se abraçaram. Também esteve no sepultamento a mãe do candidato, Ana Arraes, que é ministra do Tribunal de Contas da União (TCU); e o irmão, o advogado Antonio Campos. A vice da chapa de Campos à Presidência da República, Marina Silva, esteve ao lado da família de Campos.