1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Em votação única, Comissão convoca mais três ministros

RICARDO DELLA COLETTA E EDUARDO BRESCIANI - Agência Estado

12 Março 2014 | 12h 56

Numa única tacada, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 12, a convocação de três ministros de Estado da presidente Dilma Rousseff, dando continuidade à retaliação do chamado "blocão" ao Palácio do Planalto.

O colegiado convocou os ministros do Trabalho, Manoel Dias (PDT), da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage. Poucos antes, a mesma comissão já havia aprovado um requerimento para convocar o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), para explicar problemas com emendas parlamentares, e apoiou ainda convites para que o ministro da Saúde, Arthur Chioro, e a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster.

Numa tensa sessão, com diversos bate-bocas, deputados do PT e aliados fiéis ao governo acusaram o presidente do colegiado, João Arruda (PMDB-PR), de adotar manobras regimentais e de direcionar as votações de acordo com as vontades do líder peemedebista e pivô da crise com o Planalto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "Parece que o deputado Eduardo Cunha está conduzindo a sessão", provocou o petista Edson Santos (RJ). "Esta casa não pode ser contaminada por projetos pessoais", acrescentou o líder do PP, Eduardo da Fonte (PE), que tentou sem sucesso evitar a convocação de Aguinaldo Ribeiro, indicado por seu partido. O líder do PMDB se defendeu das acusações e disse que Arruda agiu no cumprimento do regimento da Câmara.

Pelo último requerimento, aprovado nesta manhã, os ministros Manoel Dias, Gilberto Carvalho e Jorge Hage deverão falar sobre "denúncias de irregularidades de ONGs". Carvalho, chefe da Secretaria-Geral da Presidência, também deverá ser questionado por deputados sobre o patrocínio da Petrobras, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Caixa Econômica Federal a um evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), numa marcha que terminou em confronto com a Polícia Militar do Distrito Federal. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo