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Em vídeo, Lula pede engajamento de petistas pela reforma política

CARLA ARAÚJO - Agência Estado

25 Junho 2014 | 19h 00

Iniciativa do ex-presidente faz parte da 2ª etapa da campanha lançada durante a convenção nacional do PT

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou uma mensagem em vídeo para defender a reforma política e pedir engajamento dos militantes petistas para colher assinaturas a favor da proposta de iniciativa popular com esta finalidade. A mensagem faz parte da 2ª etapa da campanha pelo projeto lançada no último sábado, 21, durante a convenção nacional do PT.

"A reforma política é cada vez mais necessária e urgente. É um clamor que nasce das ruas, que vem da sociedade. Ela é uma reivindicação geral, mas principalmente dos que lutam contra a injustiça e a desigualdade. Por isso, estamos convocando cada militante do PT a se engajar na campanha de assinaturas da proposta de iniciativa popular pela reforma política", diz o ex-presidente.

Veja o vídeo do ex-presidente: 

 

Na mensagem, de quase dois minutos, Lula exalta os feitos do governo petista e diz que para "o Brasil continuar mudando, é preciso garantir a legitimidade das instituições e acabar com a interferência do poder econômico nas eleições". O ex-presidente diz que nos quase 12 anos do governo "democrático e popular" do PT, o povo brasileiro alcançou grandes conquistas. "Esse novo Brasil é fruto da elevação do nível de consciência da maioria do povo, sobretudo dos trabalhadores e dos excluídos", afirma.

Segundo Lula, esse "novo Brasil" é também resultado de uma maior participação democrática na construção de políticas públicas. "Democracia e participação popular são as fontes dessa energia transformadora, quanto mais vigorosas elas forem, mais vamos avançar, por isso é tão importante a reforma política", afirma. No final da mensagem, o ex-presidente diz que cada militante tem que buscar "na sua escola, no seu bairro, no seu local de trabalho" grupos para apoio à reforma. "Vamos reunir as assinaturas necessárias para garantir a reforma política. O Brasil precisa, você quer. É só assinar", conclui o ex-presidente.