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Dilma: para o Brasil, sediar a Copa é motivo de orgulho

AYR ALISKI E SANDRA MANFRINI - Agência Estado

10 Junho 2014 | 21h 37

A presidente Dilma Rousseff fez nesta noite de terça-feira, 10, um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para falar da realização da Copa do Mundo de Futebol no País. "Para o Brasil, sediar a Copa do Mundo é motivo de satisfação, de alegria e de orgulho", afirmou a presidente, saudando os que estão chegando ao Brasil para assistir ao mundial. "Em nome do povo brasileiro, saúdo a todos que estão chegando para esta que será, também, a Copa pela paz e contra o racismo; a Copa pela inclusão e contra todas as formas de violência e preconceito; a Copa da tolerância, da diversidade, do diálogo e do entendimento."

Dilma lembrou que a seleção brasileira é a única que disputou todas as Copas do Mundo realizadas até hoje e que, em todos os países, os brasileiros foram muito bem recebidos. "Vamos retribuir, agora, a generosidade com que sempre fomos tratados, recebendo calorosamente quem nos visita."

A presidente aproveitou o discurso para rebater as críticas feitas à realização da Copa no País. "Para qualquer país, organizar uma Copa é como disputar uma partida suada - e muitas vezes sofrida. Com direito a prorrogação e disputa nos pênaltis." Mas, segundo ela, o resultado e celebração final valem o esforço.

Para a presidente, o "Brasil venceu os principais obstáculos e está preparado para a Copa, dentro e fora do campo". Mas, destacou a presidente, para que esta vitória seja mais completa, é "fundamental que todos os brasileiros tenham uma noção correta de tudo que aconteceu". "Uma visão sem falso triunfalismo, mas também sem derrotismo ou distorções", enfatizou.

Dilma afirmou que, "no jogo, que começa agora, os pessimistas já entram perdendo", pois foram derrotados pela capacidade de trabalho e determinação do povo brasileiro. "Os pessimistas diziam que não teríamos Copa porque não teríamos estádios. Os estádios estão aí, prontos. Diziam que não teríamos Copa porque não teríamos aeroportos. Praticamente, dobramos a capacidade dos nossos aeroportos", afirmou a presidente.

Com relação a racionamento de energia, a presidente foi enfática: "Quero garantir a vocês: não haverá falta de luz na Copa, nem depois dela." Segundo ela, nosso sistema elétrico "é robusto, é seguro, pois trabalhamos muito para isso".

A presidente afirmou ainda que, além das grandes obras físicas e da infraestrutura, está sendo entregue um sistema de segurança capaz de proteger a todos. Ela ainda falou do sistema de comunicação e transmissão, destacando que ele reúne o que há de "mais avançado em tecnologia, incluindo redes de fibra ótica e equipamentos de última geração, em todas as 12 sedes".

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