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Dilma acerta recurso para hospital ser reaberto no Pará

BEATRIZ BULLA E CARLA ARAÚJO - Agência Estado

25 Abril 2014 | 17h 52

A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira que acertou com o governo do Estado do Pará um aporte em um hospital privado que, apesar de pronto, está paralisado. "Nós consideramos isso muito importante, essa é uma questão que vem sendo colocada durante muito tempo e nós hoje nos dispomos a investir nesse hospital através do Estado", disse, durante a cerimônia de entrega de 32 equipamentos do PAC 2 a municípios do Pará, em Belém.

Dilma iniciou seu discurso com vaias da plateia e gritos cuja palavra de ordem era "não vai ter Copa". A presidente aguardou alguns segundos e resolveu responder um cartaz com dizeres sobre a saúde e então anunciou a parceria com o governo estadual. "Queremos garantir atendimento de qualidade na área da saúde. E por isso que damos as condições e recursos para que se faça esse hospital que estava fechado", reforçou.

A presidente destacou também em seu discurso o Programa Mais Médicos. E reforçou que além de hospitais é preciso que seja suprida a demanda pelos profissionais. "Até o fim deste mês, atenderemos 100% da demanda por médicos", disse.

Máquinas

Dilma afirmou que a entrega do kit de três máquinas a municípios com até 50 mil habitantes é fundamental para dar mais autonomia para as prefeituras. "Se os municípios fossem comprar as máquinas no mercado pagariam R$ 1 milhão para o kit das três", afirmou, chamando o programa de "Mais Máquinas".

A presidente ressaltou que até o fim do programa 18 mil máquinas serão entregues e que "esse número expressivo" é importante por impulsionar os municípios, mas também porque estimula a indústria nacional, já que as máquinas são adquiridas de fabricantes brasileiras. "Esse programa beneficia emprego e renda para o povo brasileiro."

A entrega de máquinas para prefeitos foi o terceiro e último evento que contou com a presença da presidente nesta sexta-feira no Pará e também onde Dilma realizou o discurso mais sucinto. A presidente chegou a ser interrompida mais de uma vez por manifestações do público e, já ao final de seu pronunciamento, ao ser novamente interrompida, declarou: "É da democracia". Ela teve de pedir que a deixassem voltar a discursar: "A gente pode fazer isso, se manifestar, desde que a gente não prejudique a maioria". Mais cedo, a presidente participou da inauguração do Complexo Portuário de Miritituba- Barcarena e da formatura do Pronatec.

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