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Defesa de Delcídio pede ao Supremo para realizar exames médicos em SP

- Atualizado: 25 Fevereiro 2016 | 16h 00

Na decisão que revogou a prisão do parlamentar, o ministro Teori Zavascki, do STF, estabeleceu restrições ao petista, como o dever de recolhimento domiciliar no período noturno e a proibição de deixar o País.

Senador Delcídio Amaral (PT-MS)
Senador Delcídio Amaral (PT-MS)

Brasília - A defesa do senador e ex-líder do governo Delcídio Amaral (PT-MS) pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para que o parlamentar vá a São Paulo a partir de amanhã, 26, até o dia 7 de março para realizar consultas e exames médicos. Delcídio foi preso em novembro suspeito de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e solto na última sexta-feira, 19.

Na decisão que revogou a prisão do parlamentar, o ministro Teori Zavascki, do STF, estabeleceu restrições ao petista, como o dever de recolhimento domiciliar no período noturno e a proibição de deixar o País. O ministro deve pedir parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de analisar o pedido feito pelos advogados do petista.

Na terça-feira, 15, Delcídio apresentou à Mesa Diretora do Senado pedido de licença do mandato Senado pelo prazo de 15 dias. O afastamento temporário é uma "licença saúde".

O petista terá de enfrentar uma denúncia oferecida pela PGR ao Supremo pela tentativa de atrapalhar as investigações da Lava Jato. Ele foi flagrado em conversas gravadas pelo filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró negociando o silêncio do ex-dirigente da estatal em eventual acordo de delação premiada.

Delcídio é alvo ainda de uma representação no Conselho de Ética do Senado por quebra de decoro parlamentar. 

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