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Correção: Depoimento de Graça não reduz ímpeto

A nota publicada anteriormente contém uma incorreção no segundo parágrafo, na frase "Tomei certo cuidado para não mostrar que é um tema eleitoral", do senador Aécio Neves (PSDB-MG). A frase correta é "Tomei certo cuidado para mostrar que não é um tema eleitoral". Segue a nota corrigida:

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DÉBORA ÁLVARES,
Agência Estado

15 Abril 2014 | 20h00

O depoimento no Senado da presidente da Petrobras, Graça Foster, não fez a oposição desistir de instalar uma CPI para investigar a estatal. "Ficou claro que foi um mau negócio", afirmou o provável candidato tucano ao Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), em referência à compra da refinaria de Pasadena que pode ter gerado prejuízos bilionários à empresa. Aécio disse que ainda há a necessidade de investigar a diretoria da empresa e defendeu que o Senado aguarde um parecer da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre as investigações.

Apesar de ter liderado desde o início os debates sobre a instalação da uma CPI para investigar a Petrobras, Aécio não compareceu ao depoimento da presidente da estatal. "Tomei certo cuidado para mostrar que não é um tema eleitoral. Estou me preservando para o grande debate com a chefe dela", explicou o senador. Ele disse que estava muito bem representado por senadores de seu partido.

Na contramão, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), elogiou o desempenho de Graça durante a audiência que durou mais de seis horas. "Ela convenceu a todos que está procedendo rigorosa investigação interna", disse.

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