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Contratos de Paulo Roberto Costa estão sendo monitorados, afirma Graça Foster

Ricardo Brito e Nivaldo Souza - Agência Estado

15 Abril 2014 | 13h 20

Presidente da estatal lamentou prisão de ex-diretor pela PF, mas garantiu que diretoria era 'técnica'

Brasília - A presidente da Petrobrás, Graça Foster, admitiu nesta terça-feira, 15, que há um "grande constrangimento" da estatal por conta da prisão do ex-diretor a Área Internacional da estatal Paulo Roberto Costa e disse que todos os contratos da diretoria estão sendo avaliados e monitorados."Tanto a diretoria anterior como esta são diretorias técnicas. Esta eu tenho responsabilidade sobre ela", destacou.

Paulo Roberto foi preso pela operação Lava Jato, deflagrada em março pela Polícia Federal para desbaratar um esquema de lavagem de R$ 10 bilhões. "Existe e aconteceu um grande constrangimento para a Petrobrás com a prisão do ex-diretor", afirmou, em depoimento a duas comissões temáticas do Senado.

Graça Foster disse que pouco depois que assumiu a direção da estatal Paulo Roberto deixou a diretoria da petroleira. "Eu indiquei para o conselho pessoas com que trabalhava há muitos anos", frisou ela, ao citar que tem adotado na sua gestão uma série de práticas para melhorar o controle interno na estatal.