Com ACM na UTI, ACM Neto embarca para São Paulo

Deputado diz, no entanto, que informação de ´piora´ do avô é ´rede de boatos´

Agencia Estado

21 Junho 2007 | 12h55

O ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho disse na tarde desta quarta-feira, 20, que o senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA) está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto do Coração (Incor) e fez uma diálise - procedimento médico utilizado em casos de insuficiência renal - que foi bem-sucedida. ACM Neto já embarcou para São Paulo e deve chegar por volta das 21 horas para conversar com os médicos que cuidam de seu avô. Apesar de ACM estar na UTI, Fleury afirmou que o quadro é estável e que o senador baiano deverá deixar a unidade nos próximos dias. O ex-governador informou que ACM não está recebendo visitas e que essas informações foram passadas a ele pelo filho do senador, Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Junior. O ex-governador paulista disse que foi informado também de que não há risco de morte e que o senador baiano poderá ter alta no início da próxima semana. Segundo Fleury, ACM está consciente e "louco para voltar para suas atividades em Brasília". Ele disse que o senador baiano teve problemas de pressão, mas que o quadro foi estabilizado, e explicou que a internação está sendo mais longa do que o previsto, porque houve troca de medicamentos e uma necessidade de adaptação. ACM Neto falou por telefone com a Agência Estado e disse que seu avô "está muito bem, os exames estão satisfatórios e não há piora em seu quadro", conforme informações veiculadas desde o final da noite de terça-feira. "O que existe é uma rede de boatos que está levando a esta especulação absurda", declarou. O deputado baiano disse também que seu avô tem conversado por telefone com alguns senadores e está acompanhando a agenda do Congresso Nacional. Essa é a quarta vez que ACM é internado este ano. A mais recente foi em final de maio quando o senador passou mal no Senado, perdeu o controle das pernas e caiu em frente a seu gabinete. Em 18 de abril, o senador foi mais uma vez ao Incor para realização de exames, apresentando insuficiência cardíaca congestiva descompensada, em decorrência de um infarto de extensa proporção, ocorrido em 1989. Em março passou oito dias no Incor, quatro deles na UTI, para tratamento de pneumonia e disfunção renal.

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