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Avaliação positiva do governo Dilma chega a 37%, aponta CNI/Ibope

Ampliado às 12h - Ricardo Brito e Daiene Cardoso - Agência Estado

27 Setembro 2013 | 11h 29

Na comparação com levantamento de julho, índice subiu 6 pontos e porcentual daqueles que consideram gestão 'ruim' ou 'péssima' caiu de 31% para 22%

A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff subiu de 31% para 37%, de acordo com pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira, 27. Na comparação com o levantamento de julho, o índice daqueles que consideram "ruim" ou "péssimo" caiu nove pontos porcentuais, de 31% para 22%.

A avaliação de quem acha o governo "regular" oscilou 37% para 39% no período. A sondagem mostra que a presidente recuperou nos últimos dois meses parte da popularidade perdida em meados do ano, após as manifestações das ruas. Antes dos protestos, os índices de avaliação positiva ficam em torno de 50%. O levantamento foi realizado entre os dias 14 e 17 de setembro, com 2.002 pessoas entrevistadas em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.

Já a aprovação da maneira como Dilma governa subiu de 45% para 54%. Também registrou alta o índice de confiança, que passou de 45% para 52%. Aqueles que não confiam passaram a ser 43%, ante 50% em julho. Em março, 75% dos entrevistados confiavam em Dilma, contra apenas 22% que não confiavam.

Em julho, 46% afirmaram que a gestão de Dilma era pior do que a de seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No levantamento divulgado nesta sexta, o índice caiu para 42% e 44% disseram considerar os dois governos iguais.

Atuação do governo. As ações de combate à fome executadas pela administração federal foram aprovadas por 51% dos entrevistados. A área foi a melhor avaliada. Já a área de saúde, mesmo com o lançamento do programa Mais Médicos, é pior avaliada no governo Dilma, com 77% de desaprovação. A política de segurança pública foi desaprovada por 74%. Desempenho parecido tiveram as ações na área econômica como a política de taxa de juros (71%) e as ações de combate à inflação (68%).

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