Apesar de data difícil, presença de 32 chefes de Estado e de governo

A posse de Dilma Rousseff terá a presença de 32 chefes de Estado e de governo, a maioria da América Latina e África. Outros 27 países enviarão vice-presidentes e chanceleres, como a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. A outra mulher presidente na América do Sul, Cristina Kirchner, informou ao Itamaraty que não vai comparecer.

LIsandra Paraguassú / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

31 Dezembro 2010 | 23h00

 

Um dia difícil para atrair a visita de mandatários estrangeiros, o 1.º de janeiro sempre foi um problema para a posse de presidentes brasileiros. Uma das poucas exceções foi a primeira cerimônia de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, em que vários países europeus enviaram representantes e até mesmo o ditador cubano Fidel Castro compareceu. Desta vez, Cuba enviará apenas o primeiro vice-presidente, José Ramón Machado Ventura.

 

Nem mesmo o francês Nicolas Sarkozy, que tem na possível venda de caças para a Aeronáutica um negócio de R$ 6 bilhões, virá ao Brasil. O ex-primeiro-ministro Alain Jupé o representará.

 

A maior parte dos estrangeiros que estarão em Brasília representa países com relações políticas e comerciais estratégicas com o País. Caso do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Virão também Hugo Chávez, da Venezuela, Evo Morales, da Bolívia, e o presidente do Paraguai, Fernando Lugo.

 

Entre os países europeus, apenas Portugal e Bulgária enviarão seus primeiros-ministros. Suécia, Sérvia e Espanha mandarão outros representantes.

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