Carmem Pompeu/Divulgação
Carmem Pompeu/Divulgação

Alckmin cita Covas e diz que SP não vai virar as costas para o Brasil

Governador agradeceu ao Estado por sua bagagem, este é seu quarto mandato na casa

Daniela Frabasile e Renata Pedini, O Estado de S. Paulo

01 Janeiro 2015 | 11h33

São Paulo - O governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), repetiu há pouco, durante discurso na Assembleia Legislativa, palavras de seu antecessor à frente do Palácio dos Bandeirantes, ex-governador Mário Covas, morto em 2001. "São Paulo não pode esperar um dia, um minuto, para oferecer ao País a sua parcela de luta", disse. "São Paulo não vai virar as costas para o Brasil", completou, concluindo sua fala ao plenário. 

Mais cedo, ele, que está no quarto mandato, havia afirmado que era "com muita alegria" que voltava à Casa a qual "devo boa parte da minha bagagem".Também o governador destacou números dos últimos quatro anos na liderança do Estado, dizendo que "muito avançamos, mas temos trabalho hercúleo à frente".

Parcerias público-privadas. Alckmin afirmou que o Estado de São Paulo foi pioneiro na adoção de parcerias público-privadas (PPPs), em breve discurso realizado após a cerimônia de posse. O governador disse que atualmente existem 12 PPPs contratadas, com investimento total de R$ 33 bilhões. "Reconheço o esforço essencial para que São Paulo fosse exemplo de parcerias frutíferas com o setor privado", afirmou ele aos integrantes da Assembleia Legislativa de São Paulo.

O governador citou obras realizadas e em andamento na área de transportes, como as linhas 4 e 6 do metrô da cidade de São Paulo. Segundo o governador, ainda no tema concessões, o Estado detém nove das dez melhores rodovias do País.

No discurso, Alckmin frisou que São Paulo foi o primeiro Estado a adotar o modelo de gestão de saúde e cultura por Organizações Sociais (OS). "São serviços públicos, sem necessariamente ser estatais", disse.

Pouco depois das 10h30, Alckmin fez um juramento e foi empossado governador de São Paulo. Ele comandou o Estado de 2001 a 2002, após a morte de Mário Covas (PSDB), de 2003 a 2006 e de 2011 a 2014. O vice-governador Márcio França (PSB) foi empossado logo em seguida. 

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