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Ainda é cedo para falar em polarização, afirma Aécio

Ricardo Galhardo, enviado especial, São Luís (MA)

10 Maio 2014 | 16h 33

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse nesta sexta-feira (9) que ainda é cedo para apontar uma tendência de polarização entre PT e PSDB na disputa presidencial. Segundo pesquisa Datafolha, Aécio subiu 4% nas intenções de voto atingindo 20%, contra 37% da presidente Dilma Rousseff (PT) e 11% do ex-governador de Pernambuco e pré-candidato do PSB ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos.

“Talvez seja um pouco prematuro (falar em polarização). O que existe de consistente hoje e que para mim é muito mais expressivo do que a intenção de voto é o desgaste crescente do governo, o desejo forte de mudança. Há um dado que começa a identificar a nossa candidatura como a mais preparada para enfrentar essa mudança”, disse o senador mineiro, em São Luís (MA), onde participou do ato de formalização do apoio do PSDB ao pré-candidato do PC do B ao governo do Maranhão, Flávio Dino.

Segundo Aécio, os dados sobre intenção de votos hoje podem ser distorcidos pela diferença do grau de conhecimento entre os candidatos, e as pesquisas serão mais precisas a partir do início da propaganda na TV, em agosto. “Quando você compara um candidato com 100% (Dilma Rousseff) de conhecimento com outros que têm um nível de conhecimento que não chega à metade disso, obviamente pode haver uma distorção. A avaliação de intenção de voto começa a ter algum sentido para mim depois do início da propaganda eleitoral, apenas em agosto”, afirmou.

Ao lado de Dino, cujo principal tema de pré-campanha é o combate ao comando da família Sarney no Maranhão, Aécio evitou entrar em polêmica. “Tenho uma relação pessoal com o presidente Sarney que vem desde que ele, em um momento dramático da história da república, substituiu meu avô, Tancredo Neves. Eu sei exatamente separar as relações pessoais das relações políticas e hoje o PSDB e Aécio no Maranhão são Flavio Dino da cabeça aos pés”, disse o tucano.

Na terra de Sarney, o senador mineiro prometeu concluir as obras da ferrovia Norte-Sul, iniciada em 1987, no governo do ex-presidente maranhense, e até hoje não concluída. “O Brasil hoje é um cemitério de obras inacabadas e o que eu posso garantir é que medidas estruturantes como a ferrovia Norte-Sul serão concluídas no governo do PSDB, um partido que tem a marca da competência”, afirmou Aécio.

Quando já se preparava para deixar a sala onde concedeu a entrevista coletiva, o tucano foi surpreendido pela pergunta de um jornalista local, que lembrou a paralisação das obras da ferrovia nos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). “Eu não estava no governo naquela época”, respondeu Aécio.

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