1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Afif descarta hipótese de Meirelles ser vice de Aécio

ELIZABETH LOPES - Agência Estado

19 Maio 2014 | 19h 41

O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos (PSD), afirmou nesta segunda-feira que o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, seu correligionário, não integrará a chapa majoritária do tucano Aécio Neves como vice-candidato à Presidência da República nestas eleições.

Ao chegar para evento da Frente Nacional de Prefeitos, em São Paulo, Afif garantiu ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real: "Temos um compromisso a nível nacional já firmado com a presidente Dilma Rousseff (que este ano tentará a reeleição). Fomos pioneiros (neste apoio) sem nenhuma barganha de cargo, exatamente investindo no projeto futuro. Portanto, não existe a hipótese de Meirelles ser vice de Aécio."

Ainda sobre o cenário nacional, Afif disse que, se Meirelles viesse a integrar a chapa tucana de Aécio Neves, na prática, isso representaria o rompimento da aliança nacional firmada entre PSD e PT, e repetiu: "Não há essa hipótese. Isso não está em negociação". Já com relação às alianças regionais, principalmente no maior colégio eleitoral do País, São Paulo, onde o PSDB do governador e virtual candidato à reeleição Geraldo Alckmin acena com um acordo com o PSD, Afif disse: "O fato é irônico porque eles (os tucanos) trabalharam contra o PSD. Engraçado que agora estão nos convidando para ser vice."

Em São Paulo, os tucanos teriam oferecido o cargo de vice na chapa de Alckmin ao ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Indagado se, apesar dos imbróglios passados, o ex-prefeito poderia aceitar o aceno do PSDB, Afif disse que esta é uma decisão mais de Kassab do que do partido como um todo. "A decisão do Kassab eu não sei qual é", afirmou.

Ao falar das alianças regionais, o ministro citou que, em alguns Estados, siglas que fazem oposição ao PT de Dilma Rousseff, como o PSB de Eduardo Campos e até o PSDB, já apoiaram seu partido. "Em Pernambuco, fomos apoiados pelo Eduardo Campos. No Paraná, fomos apoiados pelo Beto Richa (PSDB). E em Goiás, pelo Marconi Perillo (PSDB). Portanto, é mais do que natural que os arranjos locais sejam em torno da reeleição desses governadores, mas sem embargo à reeleição da presidente Dilma. E em São Paulo precisamos analisar sob este ponto de vista, mas (os tucanos) não nos apoiaram tanto assim." Questionado sobre como se posicionaria caso Kassab aceite a oferta do PSDB, Afif disse apenas: "Eu vou fechar com a reeleição da presidente Dilma".

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo