1. Usuário
Assine o Estadão
assine
  • Comentar
  • A+ A-
  • Imprimir
  • E-mail

Hostilizados, Aécio e Alckmin dizem que ficaram 'satisfeitos' com recepção na Av. Paulista

- Atualizado: 13 Março 2016 | 19h 57

Senador e governador tucanos foram hostilizados por um grupo de manifestantes neste domingo; PSDB nega que os dois desistiram de discursar

Compareceu ao protesto contra o governo, no dia 13, ao lado de Aécio na Avenida Paulista – os dois tucanos acabaram vaiados. No plano local, entrou em choque com Serra e Fernando Henrique Cardoso ao articular a vitória de João Doria nas prévias da candidatura à Prefeitura de São Paulo.

Compareceu ao protesto contra o governo, no dia 13, ao lado de Aécio na Avenida Paulista – os dois tucanos acabaram vaiados. No plano local, entrou em choque com Serra e Fernando Henrique Cardoso ao articular a vitória de João Doria nas prévias da candidatura à Prefeitura de São Paulo.

São Paulo - Hostilizados por um grupo de manifestantes durante o protesto deste domingo, 13, em São Paulo, o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin ficaram "extramamente satisfeitos com a recepção da população", de acordo com nota divulgada pelo PSDB.  Os dois foram alvo de palavras de ordem como "oportunistas", "ladrão" e "o próximo é você".

O PSDB também negou que os políticos desistiram de fazer discursos em um carro de som do Movimento Brasil Livre (MBL), um dos organizadores do ato na Avenida Paulista. A nota afirma que "nunca estiveram previstos discursos de qualquer um deles".

O senador mineiro e o governador paulista permaneceram no local por cerca de 20 minutos, cumprimentando e tirando selfies com alguns manifestantes. Apesar de alguns aplausos recebidos, um grupo direcionou o protesto aos dois, um por causa das denúncias envolvendo a merenda escolar em São Paulo, e outro pela citação de seu nome na operação Lava Jato.

Diante da manifestação, Aécio disse que "as citações têm que ser investigadas e elas estão desmontando porque são falsas". Das quatro citações feitas a ele por delatores no âmbito da Operação, três foram arquivadas. A mais recente teria sido feita na tratativa de delação do senador Delcídio Amaral (PT-MS), ainda não homologada. Já Alckmin ressaltou que a sua participação não compromete a relação institucional com o governo federal. 

A manifestação na Avenida Paulista reuniu 1,4 milhão de pessoas, segundo a Secretaria de Segurança Pública, e 500 mil pessoas, de acordo com o Instituto Datafolha. Os manifestantes, de forma geral, foram às ruas protestar contra a corrupção e pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

CONFIRA A ÍNTEGRA DA NOTA DIVULGADA PELO PSDB:

"O governador Geraldo Alckmin, os senadores Aécio Neves e Aloysio Nunes e demais lideranças do PSDB ficaram extremamente satisfeitos com a recepção da população que compareceu na Avenida Paulista neste domingo (13). Aécio e Alckmin foram convidados por movimentos sociais e entidades.

Nunca estiveram previstos discursos de qualquer um deles. É, portanto, mentirosa e equivocada a informação que eles desistiram de suas falas."

Dia de Protestos
TV Estadão | 13.03.2016
Especialistas comentam as manifestações contra o governo Dilma Rousseff

Roberto Romano, Maria Aparecida D’Aquino e Carlos Melo debatem as implicações dos protestos do dia 13 de março

Comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Estadão.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Estadão poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os criterios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Você pode digitar 600 caracteres.

Mais em PolíticaX