ACM continua na UTI e quadro de saúde permanece estável

Neto visita avô e diz que ele ´passa bem´, mas não arrisca palpite sobre alta médica

Andréia Koudsi Sadi,

21 Junho 2007 | 16h20

Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, desde quarta-feira, o senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA) passa bem nesta quinta-feira, 21, e o seu quadro de saúde permanece estável, sem alterações. Até o início da tarde desta quinta-feira, ACM não havia previsão de alta hospitalar.   ACM está internado em um quarto adaptado que permite, por exemplo, o monitoramento das funções cardíacas e o recebimento de medicamentos venosos.   Na quarta-feira, ACM Neto viajou a São Paulo e chegou ao Incor por volta das 23h30, para visitar o avô, segundo reportagem do Estadão desta quinta-feira. Antes de ver ACM, Neto disse que seu estado de saúde caminha ´´bastante bem´´ e que os exames foram satisfatórios. Sobre as especulações sobre um agravamento de seu estado de saúde, Neto disse que seu avô ´´ levou na esportiva´´. Entretanto, preferiu não arriscar um palpite sobre a saída do avô do hospital. Segundo a assessoria do senador, caso a família decida manter suspensa a divulgação de boletins sobre seu estado de saúde, notas serão emitidas à imprensa a partir da tarde desta quinta. A decisão existe desde a segunda internação de ACM no Incor, em abril, de acordo com informações do próprio Instituto. Os boletins não podem, inclusive, circular internamente, revelou uma fonte interna. Perguntada sobre a previsão de alta, ela disse que ´é muito cedo para falar qualquer coisa´. Visitas   Na tarde de quarta-feira, ACM falou, por telefone, com o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), conforme informou sua assessoria. Também na quarta, o senador recebeu visita de políticos. O ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho e o senador Albérico Mascarenhas, ex-secretário da Fazenda do governo de Paulo Souto, na Bahia, visitaram ACM. Essa é a quarta vez que ACM é internado este ano. A mais recente foi em final de maio quando o senador passou mal no Senado, perdeu o controle das pernas e caiu em frente a seu gabinete. Em 18 de abril, o senador foi mais uma vez ao Incor para realização de exames, apresentando insuficiência cardíaca congestiva descompensada, em decorrência de um infarto de extensa proporção, ocorrido em 1989. Em março passou oito dias no Incor, quatro deles na UTI, para tratamento de pneumonia e disfunção renal. (Colaboraram Pedro Henrique França e Christiane Samarco, da Agência Estado, e Clarissa Oliveira, do Estadão) Texto atualizado às 16h10 » ACM se recupera e se distrai com política, diz Neto

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