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56 deputados assinaram duas CPIs mistas da Petrobras

RICARDO BRITO E DÉBORA ÁLVARES - Agência Estado

03 Abril 2014 | 20h 25

Levantamento feito pelo Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, revelou que 56 deputados federais assinaram as duas CPIs mistas da Petrobras. Por outro lado, nenhum senador subscreveu os dois requerimentos, o apresentado ontem pela oposição que tem como foco suspeitas de irregularidades da estatal e o protocolado nesta quinta-feira pela base aliada que, além de copiar integralmente o objeto dos oposicionistas, pretendem investigar casos relacionados ao PSDB, de Aécio Neves, e ao PSB, de Eduardo Campos, prováveis adversários da presidente Dilma Rousseff (PT) em outubro.

A oposição pediu a criação de uma CPI mista com o apoio de 232 deputados e 30 senadores. No início da tarde de hoje, foi a vez da base contra-atacar e contar com o apoio de 209 deputados e 32 senadores.

A bancada do PDT da Câmara foi a que contribuiu com o maior número de apoio para a criação das CPIs da base e da oposição. Dos 18 deputados do partido, 11 subscreveram os dois pedidos. Em segundo lugar, está o PR: dos 31 deputados do partido, oito assinaram os dois requerimentos, inclusive o ex-líder da bancada e ex-governador do Rio Anthony Garotinho. O PP, também com oito apoios, empata com o PR em número de apoios, mas a diferença é que a bancada progressista é maior, tem 39 integrantes.

O cruzamento revelou o apoio duplo de parlamentares do DEM (1), PCdoB (1), PDT (11), PMDB (6), PP (8), PPS (1), PR (8), PRB (4), PROS (1), PSD (6), PSDB (1), Psol (3) e SDD (5). O Psol foi o único partido com apoio unânime: Chico Alencar (RJ), Jean Wyllys (RJ) e Ivan Valente (SP).

A decisão sobre a criação das CPIs mistas só deve sair no dia 15 de abril, quando haverá a sessão do Congresso na qual serão lidos os requerimentos apresentados pela base e pela oposição. Antes disso, na próxima semana, o Senado decidirá qual das duas CPIs da Casa vai ser instalada, a oposicionista ou a "ampliada" governista.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse na tarde de hoje que a decisão do plenário relativa à CPI exclusiva dos senadores deve servir de parâmetro para uma discussão sobre a abrangência das investigações da comissão mista da Petrobras. Vital reconheceu o ineditismo da matéria. "Geralmente se faz o aditamento após o início da CPI, mas não há manifestação jurídica de que o fato determinado não pode ter amplitude desde que você coloque no requerimento o que quer", afirmou.

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