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Eleições 2014

PSDB tenta reagir diante do crescimento do PMDB em São Paulo

O Estado de S. Paulo

27 Agosto 2014 | 21h 56

Em horário eleitoral desta quarta-feira, Geraldo Alckmin lembra que ex-governador Fleury é atual coordenador de campanha da Skaf

Após o resultado revelado na terça-feira pela pesquisa Ibope/Estadão, o horário eleitoral desta quarta foi um embate entre o candidato do PMDB, Paulo Skaf e o atual governador que tenta a reeleição, Geraldo Alckmin. Enquanto o primeiro enalteceu seu crescimento de 9%, o segundo voltou 20 anos no tempo para relembrar a situação do Estado de São Paulo antes da entrada da gestão PSDB.

O programa de Skaf começou logo após o de Gilberto Natalini (PV) e Ciglioni. Escolhendo como tema a educação, o peemedebista reuniu reclamações de populares antes de voltar a afirmar que seu modelo para o sistema público de educação estadual será o SESI , serviço de educação comandando pela FIESP. Como já havia explicado em outras oportunidades, Skaf quer acabar com a progressão continuada e colocar ensino integral em todo o ensino público.

"Dinheiro não é problema", afirmou após mostrar dados do orçamento paulista. "Porque não foi feito antes? Para isto não há explicação, nem desculpa", encerrou.

Já Alckmin, utilizando como base o tema da saúde, fez uma verdadeira viagem no tempo, até 1995, quando Luiz Antônio Fleury Filho, do PMDB, era o governador do Estado. Relembrando as dificuldades e o sucateamento dos hospitais públicos na época, associou ressaltou que o político é o atual coordenador de campanha de Paulo Skaf. "Agora que a casa está em ordem eles querem voltar?", pergunta o locutor no comercial.

Lotado. Já Alexandre Padilha, do PT, colocou o transporte público em discussão no horário eleitoral desta quarta-feira. Em um metrô lotado, sentenciou: "Obras andam a passo lento e muitas delas nem andam". O petista prometeu agilizar as obras e combater a corrupção, utilizando o mesmo modelo do Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos. "Lentidão não é por falta de recursos", disse.

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