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Investigação revela contatos

O Estado de S.Paulo

20 Maio 2014 | 02h 04

A Operação Lava Jato foi deflagrada pela Polícia Federal em 17 de março, com foco em um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar R$ 10 bilhões. O personagem central era o doleiro Alberto Youssef, que foi preso na ocasião.

A operação revelou relações próximas do doleiro com o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, que foi preso no dia 20 de março, suspeito de destruir provas. Costa foi apontado como facilitador dos negócios de Youssef na estatal.

As investigações ainda apontaram o envolvimento do doleiro com o deputado André Vargas (sem partido-PR), que teve mensagens de celular trocadas com Youssef interceptadas pela PF. Elas indicavam tentativa de tráfico de influência na contratação do laboratório Labogen pelo Ministério da Saúde para fornecimento de medicamentos.

Segundo a PF, o doleiro também mantinha relações com outros políticos, como o deputado Luiz Argôlo (SDD-BA). Eles trataram de agendamento de reunião com o diretor de Abastecimento da Petrobrás, José Carlos Cosenza, por mensagem de celular.

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