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Nome Dilma Rousseff

Dilma Rousseff

AÉCIO NEVES

AÉCIO NEVES

Partido PT / 13 PSDB / 45
Vices Michel Temer Aloysio Nunes Ferreira
Pesquisas
    13,45,
    presidente
    Website Site oficial Site oficial
    DesenvolvimentoDilma dá poucos indícios dessa área, mas um segundo governo deve priorizar o investimento em hidroelétricas e termelétricas. Também promete o uso de fontes renováveis limpas e de baixa emissão de carbono. Na infraestrutura, num possível segundo mandato, a presidente pretende prosseguir com o investimento público-privado e dar prioridade para os modais ferroviários, hidroviários, e à navegação de cabotagem. Dilma também continuar com a exploração do pré-sal.

    Como fazer: Para concretizar as promessas, Dilma terá de reconquistar a confiança da iniciativa privada tanto para os projetos de infraestrutura como para a extração do pré-sal. No primeiro mandato, a gestão Dilma andou pouco com as concessões em infraestrutura e promoveu o primeiro leilão de um campo de pré-sal.
    O tucano promete atrair o capital privado e incentivar as Parcerias Público Privadas (PPPs) para a infraestrutura. Aécio também promete um novo modelo de infraestrutura para reduzir as incertezas e garantir o investimento de longo prazo, embora não detalhe o projeto. Se eleito, o tucano também pretende reorientar a matriz energética para matrizes mais modernas. Em entrevistas, o tucano também disse que planeja rediscutir o modelo de partilha para a exploração do pré-sal, adotado por Dilma, retomando o modelo de concessão de FHC.

    Como fazer: Aécio precisará da confiança da iniciativa privada para acelerar as Parcerias Público Privadas (PPPs). Se eleito e decidir rediscutir o modelo de partilha para exploração do pré-sal, precisará da aprovação do Congresso Nacional.
    Direitos humanos/LGBT1. Criminalizar homofobia: No programa de governo, promete dar prioridade a questões de direitos humanos 'até que não existam mais brasileiros discriminados por orientação sexual'. Em discursos, Dilma tem defendido a criminalização da homofobia.

    Análise: A questão da discriminação é mencionada de forma genérica e de passagem ao lado de raça, cor, credo e gênero. Quanto à criminalização da homofobia, projeto que tramita no Congresso não teve o apoio da presidente.
    1. Combate à homofobia: Ampliar a participação da comunidade LGBT no programa Brasil Sem Homofobia; e articular o programa com os Estados. Também promete estimular eventos contra a homofobia.

    Análise: O Programa Brasil Sem Homofobia foi criado em 2004, no primeiro governo Lula. Quanto aos eventos contra a homofobia, candidato não especifica que tipo de ações seriam desenvolvidas.
    Educação1. Construção de creches e pré-escolas: A proposta é matricular 50% das crianças em creches e garantir o acesso universal para alunos de 4 a 5 anos na pré-escola e se compromete em alfabetizar todos os alunos até os 8 anos de idade.

    2. Ampliação da Educação Integral: A presidente pretende intensificar o sistema de educação integral no Brasil, com 50% da rede pública em período integral até 2018.
    É VIÁVEL?: Em 2011, apenas 5,78% das matrículas no Ensino Fundamental eram em tempo integral, enquanto no Ensino Médio o porcentual era de 2,75%. Três anos depois, as vagas representavam 10,91% e 4,54% das matrículas, respectivamente. Para chegar a 50% (14.534.641) no EF, precisaria crescer 9,27 vezes o que cresceu nos últimos três anos. No EM, precisa crescer 27,44 vezes o que cresceu nos últimos três anos.

    3. Novas universidades federais e cursos técnicos: Dilma promete criar mais 12 milhões de vagas para o Pronatec nos próximos 4 anos. Além disso, quer conceder até 2018 mais 100 mil bolsas do Ciências sem Fronteiras.
    É VIÁVEL?: A primeira etapa criou 8 milhões de vagas e custou R$ 14 bilhões. A estimativa é que o valor ultrapasse os R$ 20 bilhões.
    1. Implementar o Promédio: O candidato propõe que escolas particulares ofereçam bolsas de estudos equivalentes a 20% de sua renda bruta. A seleção dos bolsistas será feita com base no Cadastro Único dos programas sociais do governo, com foco em jovens de maior risco social. Estados e municípios deverão cadastrar todas as vagas disponíveis das escolas.

    2. Bônus para jovens que concluírem o Ensino Médio: A proposta é implementar uma bolsa de R$ 3 mil para estudantes já matriculados que concluírem o Ensino Médio, como forma de incentivar a dedicação à escola em regiões com alto índice de abandono dos estudos. O programa Poupança Jovem será implantado nos dez Estados com os maiores índices de abandono escolar e, até 2017, ampliado para os demais Estados.

    3. Resgate e auxílio financeiro para jovens fora da escola: Aécio quer recuperar 20 milhões de jovens que pararam de estudar para trabalhar. Quem voltar à escola vai receber um salário mínimo por mês, além de cursos de qualificação profissional. Na fase inicial o projeto será implantado nos 10 Estados onde há maior evasão escolar e, dentro de 10 anos, expandido para as demais federações.
    Meio ambiente1. Criar uma coordenação intergovernamental: A ideia é melhorar a política ambiental criando uma coordenação intergovernamental, com a participação da União, Estados e municípios, especialmente nas áreas de licenciamento ambiental, recurso hídricos, mudança climática e florestas.

    2. Implementação do Cadastro Ambiental Rural: Previsto no Código Florestal, o cadastro de propriedades regularizadas ambientalmente será implementado em um segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

    3. Reduzir a taxa de desmatamento na Amazônia Legal: Dar continuidade ao combate do desmatamento nos próximos quatro anos e acelerar a implementação dos projetos ambientais previstos no Plano Nacional de Mudança Climática.
    1. Resgate da Embrapa: Incentivar novas pesquisas da Embrapa nos seis biomas brasileiros, resgatando o papel do órgão no setor do Meio Ambiente.

    2. Economia de Baixo Carbono para enfrentar aquecimento global: Adotar medidas agressivas para a redução do desmatamento da Amazônia, Cerrado e demais biomas. Estimular agricultura de baixo carbono, com padrões rigorosos de eficiência e conservação da biodiversidade.

    3. Recuperação de áreas degradadas: Recuperar biomas com plantio comercial, combatendo a madeira ilegal do mercado. Além disso, Aécio ainda propõe criar legislações específicas para cada bioma do País.
    Mobilidade urbana1. Aumentar a infraestrutura dos modais: Dilma prevê a construção de 651 quilômetros até 2018 para transportes sobre trilhos, incluindo metrô, monotrilho, VLT, trem urbano e aeromóvel. Além disso, promete mais 3 mil quilômetros para transportes sob pneus (BRT e corredores) e de 21 quilômetros para transporte fluvial urbano.1. Criação do Ministério da Infraestrutura: A proposta é criar o Ministério da Infraestrutura, unindo as áreas de Transporte, energia, comunicação e portos.

    2. Concluir a Ferrovia Transnordestina: Terminar a ligação entre o Cerrado e Teresina, ajustando o seu projeto original para atender os Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí.

    3. Marco regulatório para ferrovias e hidrovias: Aécio pretende aumentar o número de hidrovias e ferrovias e aprovar o Marco Regulatório do setor. A proposta é buscar a integração dos modais de transporte público.
    Participação popular1. Sistema Nacional de Participação Popular: Afirma que cidadão deve ter "mecanismos de controle mais abrangentes sobre os seus representantes bem como mais espaços para participar das decisões do governo em todos os níveis". Propõe consolidar o Sistema Nacional de Participação Popular.1.Conferências Nacionais: Ampliar canais de diálogo com os cidadãos em torno de agendas de prioridades sociais, econômicas e comunitárias. Respeito aos calendário das conferências nacionais.

    Análise: As conferências foram iniciadas no governo de Fernando Henrique e estimuladas nas gestões do PT. Apontam prioridades para o governo em diversos setores
    Política EconômicaA candidata a reeleição defende as políticas adotadas pela atual gestão e dá prioridade à manutenção do emprego e da renda. Dilma confirmou a saída do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e sinalizou que pode tirar alguns incentivos fiscais, mas sem especificar quais. Em entrevista ao Estado, afirmou que alguns setores do País "tem condições de diminuir uns incentivos fiscais". Dilma também defende o uso dos bancos públicos na economia, e, embora não assuma uma intervenção clara, sempre monitorou de perto ação do Banco Central. Ela é crítica à proposta de independência do BC.

    Como fazer: Para diminuir os incentivos na economia, Dilma precisará de um política mais amigável com a iniciativa privada e, assim, compensar a desproteção de alguns setores. O manutenção do uso dos bancos públicos na economia também vai exigir mais recursos do governo.
    O tucano promete retomar o tripé macroeconômica e disse que, se eleito, vai ter como ministro da Fazenda Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central. Aécio promete autonomia operacional do BC e a meta de inflação em 4,5% ao ano. Quando atingida, a meta seria reduzida, assim como a banda da meta de inflação - atualmente em dois pontos porcentuais. Com relação ao superávit, o tucano não específica um número, mas defende um patamar de capaz de reduzir a dívida pública. Ele também propõe que o superávit poderia ser ajustado aos ciclos da economia.

    Como fazer: A política mais restritiva dependerá exclusivamente das ações do futuro governo. A alteração da meta de inflação tem de ser aprovada pelo Conselho Monetária Nacional, composto pelo ministro da Fazenda - atua como presidente do conselho -, ministro do Planejamento e presidente do Banco Central.
    Programas sociais1. Microcrédito e cursos profissionalizantes: Garantir que famílias tiradas da extrema pobreza não voltem a ela e que superem também a pobreza. Promete ampliar oferta de cursos profissionalizantes e tecnológicos e também a oferta de microcrédito para pequenos empreendedores.

    Análise: Trata-se da continuidade de programas lançados e desenvolvidos no primeiro mandato da presidente.

    2. Expandir Bolsa Família: Ampliar conceito de busca ativa, destinado a localizar famílias extremamente pobres e ainda fora do Bolsa Família.

    Análise: A busca ativa já é uma das marcas do governo Dilma. O programa não explica o que seria "ampliar conceito".
    1. Bolsa Família como política pública: Transformar o Programa Bolsa Família em política pública de Estado, independente das alternâncias de governo.

    Análise:Aécio já apresentou proposta ao Congresso. Se aprovada, vai incorporar o programa à Lei Orgânica de Assistência Social.

    2.Classificação de Níveis de Riscos: Aécio quer classificar as famílias do Cadastro Único do governo federal de acordo com seus níveis de risco. Propõe cinco níveis.

    Análise:Na prática, significa refinar a análise do cadastro, para reforçar o atendimento às famílias mais vulneráveis. A classificação inclui questões como adolescente grávida, mulher chefe de família desempregada, entre outros.
    Questão agrária1. Intensificar políticas: Dilma evita falar em novos assentamentos da reforma agrária, mas quer intensificar as políticas de fortalecimento dos assentamentos já existentes.

    Análise: Na prática, mantém a política atual, de não promover novos assentamentos de terra. A proposta é criticada por movimentos rurais, que afirmam existir 100 mil famílias à espera de lotes.

    2. Fortalecer o Pronaf: Promete ampliar o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para custeio e investimento de pequenos agricultores.

    Análise: Criado em 1995, no governo de Fernando Henrique Cardoso, o Pronaf ganhou amplitude nos governos Lula e Dilma. Também atende assentados da reforma agrária.
    1.Recursos para a Reforma Agrária: Promete "destinar recursos para assegurar o acesso à terra e à reforma agrária".

    Análise: Não estabelece metas de assentamento, nem fala em desapropriação de terras para a reforma agrária.

    2. Sustentabilidade dos assentamentos: Criar condições para que os assentamentos possam produzir alimentos e sejam sustentáveis em médio prazo.
    Reforma política1. Plebiscito: Defende uma reforma política com participação popular, por meio de plebiscito. Em entrevista ao Estadão, defendeu mudança nas regras de financiamento de campanha. Segundo a petista, os partidos só poderiam contar com financiamento público.

    2. Fim da reeleição: Considera viável proposta de fim da reeleição para cargos executivos. Defende manutenção do atual calendário eleitoral, com eleições a cada dois anos.
    1. Debate no Congresso: Propõe que o espaço de debate da reforma política seja o Congresso, que poderá optar por convocar ou não plebiscitos. Não menciona mudanças de regras de financiamento em suas propostas.

    2. Fim da reeleição em 2022: Defende a unificação do período das eleições, fim da reeleição para presidente, governador e prefeito e mandatos de cinco anos a partir de 2022.
    Saúde1. Novas vagas em cursos de medicina: A candidata pretende criar mais 7.475 vagas em cursos de medicinas no País para a formação de novos médicos, na tentativa de diminuir o passivo de profissionais na área da saúde.

    2. Criação do Programa Mais Especialidades: O programa vai agilizar o atendimento por consultas com especialistas no Sistema Único de Saúde (SUS). A meta é criar em todas as unidades uma rede de clínicas especializadas integradas por unidades públicas e por clínicas privadas.

    3. Universalização do SAMU e novas UPAs: Atualmente com 73% da população atingida, a proposta do atual governo é concluir a universalização do atendimento emergencial, com 100% dos municípios atendidos. Além disso, a gestão promete ampliar a criação das Unidades de Pronto Atendimento 24h (UPAs).
    1. Aumentar os investimentos em saúde: Os investimentos em saúde serão aumentados para 10% do Orçamento geral. Com isso, serão construídos 500 Centros Especiais da Saúde, além da ampliação dos leitos de UTI neonatal em todo o País.

    2. Aprimorar o programa Mais Médico e abrir novos cursos de Medicina: Criar um plano de carreira para os médicos que trabalhem no interior do País e equiparar os salários dos médicos estrangeiros para equiparar a remuneração com os profissionais brasileiros. Além disso, serão abertas novas vagas em cursos de medicina e residência médica.

    3. Financiamento de Consultórios Populares de Saúde: O Ministério da Saúde vai financiar a abertura de consultórios médicos por populares. Os médicos especialistas poderiam abrir essas unidades com verbas do BNDES. A meta é construir 10 mil instituições em quatro anos.
    Formação Superior Completo Superior Completo
    Idade 71 58
    Campanha R$ 298.000.000,00 R$ 290.000.000,00