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Quem Faz

JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO é jornalista. Escreve uma coluna semanal sobre política no Estado, coordena o Estadão Dados e é presidente da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo)

quarta-feira 31/07/13 19:55

Índices e noticiário confirmam: Dilma achou o fundo do poço

A onda de má notícias que arrastou a popularidade de Dilma Rousseff por água abaixo em junho está em refluxo. Nos últimos dias, a presidente pegou carona na agenda positiva do papa, surfou nas boas novas sobre o Índice de Desenvolvimento Humano e viu os indicadores de confiança do consumidor pararem de cair (o da CNI) ou até ensaiarem uma recuperação (o da Fecomércio-SP). A confiança do consumidor é o indicador de expectativas econômicas que mais se correlaciona com a ...

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terça-feira 30/07/13 10:51

IDH-M do Norte/Nordeste cresce duas vezes mais rápido do que do Sul/Sudeste e sustenta popularidade de Dilma

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  José Roberto de Toledo e Amanda Rossi O mapa do crescimento do IDH municipal entre 2000 e 2010 mostra que a população do Nordeste e Norte se desenvolveu mais rapidamente e conseguiu estreitar a enorme distância econômica, educacional e de longevidade que a separa do resto do país. Os moradores de suas cidades somaram mais anos de vida, tempo passado na escola e reais na sua renda do que os do ...

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segunda-feira 29/07/13 15:57

Governo sem marca

Indagados pelo Ibope em qual de 25 áreas o governo de Dilma Rousseff tem melhor desempenho, um em cada três brasileiros disse "nenhuma" ou não soube responder. Mas esse nem é o maior problema da presidente. O que deve preocupar Dilma, seus subordinados e o PT é o que responderam os outros dois terços. O terço sem resposta é, na maior parte, formado pelos que acham a atual gestão ruim ou péssima. Neles, Dilma pode perder a esperança: não são, não ...

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quinta-feira 25/07/13 23:30

Políticos falharam na resposta às ruas, mostra Ibope

As respostas dos políticos aos protestos de rua não satisfizeram os brasileiros. A ação mais bem avaliada, por comparação, foi a da presidente Dilma Rousseff. Mesmo assim, 46% dos entrevistados pelo Ibope desaprovam a resposta de Dilma às manifestações, e apenas 27% aprovaram. A insatisfação popular aumenta diante da reação de governadores, prefeitos, deputados e senadores.

Apesar das votações de emergência feitas pelos congressistas, a Câmara dos Deputados e o Senado tiveram a resposta mais mal avaliada pela população: 56% e 55% de desaprovação, respectivamente, contra apenas 14% de pessoas que as aprovaram. Ou seja: quatro reações negativas para cada positiva.

Para a média dos governadores, a desaprovação às suas respostas foi de 48%, contra 20% de aprovação. Para prefeitos, foi 47% a 21%. Mas a média oculta diferenças grandes de Estado para Estado. Em São Paulo e Rio de Janeiro, palco das maiores manifestações, as reações dos governadores foram pior avaliadas do que as dos governos de Pernambuco e Ceará, por exemplo.

A nota “vermelha” generalizada dada à reação dos governantes ajuda a explicar porque quase todos eles estão tão mal avaliados pela população. Se as manifestações de rua foram o sinal de alerta, a pesquisa Ibope/CNI é o aviso de que o pior não passou. A insatisfação continua, é ampla, geral e apartidária.

Os perdedores são muitos, senão todos os governantes. Mesmo quem aparece melhor na pesquisa, como o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) e seus 58% de aprovação, já desfrutou de taxas de popularidade mais altas no passado.

Não por acaso, Campos foi dos governantes que submergiu durante a crise de representação política. Talvez por isso, tenha perdido menos do que quem deu a cara a bater, como Dilma e os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Rio de Janeiro, Sergio Cabral (PMDB).

 

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quarta-feira 24/07/13 23:05

A “terceira” queda de Dilma

Por hábito, os veículos de comunicação brasileiros não comparam pesquisas de institutos diferentes. O resultado é que um mesmo fenômeno da opinião pública acaba noticiado várias vezes como se fossem fenômenos diversos. Quando estão em alta, governantes se beneficiam dessa prática, porque aparecem várias notícias positivas subsequentes sobre sua popularidade. Mas, quando estão em baixa, penam com a mesma má notícia toda vez que um instituto divulga uma nova pesquisa - mesmo quando o resultado é igual ao já publicado. É o ...

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terça-feira 23/07/13 19:28

Lula e os boatos

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Como ocorrera na semana passada quando desmentiu que tinha uma recidiva do câncer, Lula voltou a mostrar vitalidade ao discursar nesta terça-feira durante um festival em Brasília. Mais importante para a presidente Dilma Rousseff, o padrinho voltou a defender a afilhada, com veemência. No seu discurso, foi um cabo-eleitoral de Dilma. Defendeu o Mais Médicos, falou contra a redução dos 39 ministérios e repetiu que está bem de saúde. O ex-presidente está se empenhando para contrariar os petistas que defendem o ...

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quinta-feira 18/07/13 23:30

Marina iguala potencial de voto de Dilma, com rejeição menor

Marina Silva (sem partido) é a maior beneficiada pela perda de popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) após o início da onda de protestos de rua em junho. Na simulação de segundo turno entre as duas feita pelo Ibope, elas aparecem tecnicamente empatadas: Dilma tem 35% contra 34% de Marina. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Outros 19% dizem que, nesse cenário de segundo turno, anulariam ou votariam em branco. E os ...

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quinta-feira 18/07/13 23:28

Lula é 37% mais forte que Dilma em Ibope sobre 2014

O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva seria até 37% mais forte do que a presidente Dilma Rousseff como candidato do PT à Presidência, se a eleição fosse hoje. Isso porque Lula teria 11 pontos porcentuais a mais do que Dilma em um dos cenários testados pela pesquisa nacional Ibope, feita em parceria com o Estado entre quinta-feira e domingo passados. No cenário com quatro candidatos a presidente, Dilma tem 30% das intenções de voto estimuladas, contra 22% de Marina Silva ...

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