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‘Não é obrigação de um deputado federal dizer se uma entidade é ou não idônea’, diz Sandro Mabel

Camila Tuchlinski

06 Dezembro 2010 | 15h06

Um dos deputados suspeitos de envolvimento no esquema de institutos fantasmas e empresas de fachadas nos convênios do governo para eventos culturais, conforme noticiado pelo O Estado de S.Paulo nesta segunda-feira, Sandro Mabel (PR-GO) emitiu nota à imprensa na qual rechaça as informações divulgadas na reportagem. Para o parlamentar, “não é obrigação de um deputado federal dizer se uma entidade é ou não idônea”.

Leia abaixo a íntegra do texto:

“NOTA

A respeito de matéria publicada pelo Jornal O Estado de S. Paulo na edição do dia 6 de dezembro, a Assessoria de Imprensa do deputado federal Sandro Mabel (GO), líder do PR, esclarece:

1. O parlamentar alocou recurso destinado à realização do arraial no município de Joviânia atendendo a seu compromisso de proporcionar o acesso à cultura nos municípios do Estado de Goiás.

2. Não é obrigação de um deputado federal dizer se uma entidade é ou não idônea. Esse controle é de responsabilidade do Ministério do Turismo, que inclusive dispõe de um cadastro de exigências feitas a essas instituições.

3. Existem órgãos competentes na Administração Pública que têm o dever de fiscalizar e monitorar a realização desses eventos, bem como analisar a prestação de contas.

4. O deputado Sandro Mabel irá requerer, por via judicial, uma retratação ao jornal que publicou a matéria que fere a ética e ataca moralmente o parlamentar.”

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