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quinta-feira 30/01/14 11:23

Em vídeo, Lula defende uso da internet sem ‘jogo rasteiro’

Lilian Venturini e Erich Decat No momento em que o PT estuda como orientar a militância a usar as redes sociais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a utilização responsável da internet. "Afinal de contas, quem planta vento, colhe tempestade. Então, é importante que a gente saiba usar corretamente", diz em vídeo publicado nesta quarta-feira, 30, na página do Instituto Lula. O ex-presidente disse ser contrário a qualquer tipo de restrição ao uso da internet e destacou seu potencial para ...

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quarta-feira 22/01/14 12:42

Ida de Mercadante para Casa Civil esvazia papel de Ideli

Ricardo Brito e Daiene Cardoso Brasília - A ida do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, para o comando da Casa Civil deve esvaziar, ainda mais, as funções da ministra Ideli Salvatti como articuladora política do governo Dilma Rousseff. Ideli tem passado ao largo das discussões da reforma ministerial e da montagem das alianças regionais, das quais Mercadante é presença constante. O governo também não tem uma agenda importante de pautas no Congresso até o meio do ano, quando começa a campanha ...

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segunda-feira 13/01/14 17:48

PT responde movimento #nãovaitercopa e cria o #vaitercopa

Foto: Reprodução

Desde domingo, 12, sigla vem utilizando redes sociais para promover o evento que vem sendo alvo de críticas de movimentos sociais Carla Araújo São Paulo - Após a presidente Dilma Rousseff publicar no Diário Oficial da União, no último dia 10, decreto que destinou dois novos funcionários para Secretaria-Geral da Presidência para promover "diálogo com os movimentos e segmentos sociais por ocasião da Copa do Mundo FIFA 2014", o Partido dos Trabalhadores (PT) usou a página da presidente e do partido no ...

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segunda-feira 13/01/14 11:54

Eleições em SP: ‘O PSDB não apresentou resultados em 20 anos’, diz presidente do PMDB-SP

Pedro Venceslau

Definida como a principal prioridade do PT em 2014 depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff, a disputa pelo governo paulista promete ser um capítulo à parte na história das eleições deste ano.

Os prováveis operadores da disputa pelo governo paulista em 2014, os presidentes estaduais do PT, PSDB e PMDB prometem não usar na campanha os casos do mensalão, esquema de compra de apoio parlamentar no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, e as investigações sobre o cartel no metrô paulista em gestões tucanas.

Abaixo, trechos da entrevistas com Baleia Rossi, presidente do PMDB-SP:

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) será alvo do PMDB na campanha?
Vamos buscar uma campanha mais propositiva. O Paulo Skaf tem dito não haverá uma ruptura dos programas do Estado. Não faremos uma campanha de agressão. Vamos apresentar uma proposta que preserve os avanços feitos nos últimos anos.

É verdade que você foi convidado para ser vice do Alckmin?
Isso é lenda. Nunca houve isso. Soltaram essa história, mas não pegou. Depois começaram a dizer que o próprio Skaf seria o vice do Alckmin.

O Skaf foi muito criticado nas redes sociais por usar a propaganda da Fiesp na TV para se promover. O que acha disso?
O Paulo Skaf é presidente da Fiesp, Sesi, Senai e não é candidato a governador.

Não?
O PMDB tem o projeto de que ele seja candidato, mas hoje o Skaf é presidente dessas entidades e age como tal. O crescimento deles nas pesquisas acontece de maneira espontânea. Ele não pode parar de trabalhar porque em 2014 deve ser o candidato do PMDB a governador. Isso é uma tentativa de diminuir o trabalho dele.

Está difícil quebrar a polarização PSDB-PT nas articulações por apoios?
O Skaf está conversando com o PSB, PP, PR, PTB e PDT. Mas ainda não temos perspectiva de alianças. De qualquer forma, os partidos são claros em dizer que não estão fechados com outros candidatos.

A decisão do prefeito Fernando Haddad (PT) de aumentar o IPTU pode prejudicar a campanha do Padilha?
Qualquer aumento abusivo é prejudicial, mas o Paulo Skaf está contra o aumento do IPTU pela luta histórica dele. É uma bobagem associar isso a eleição.

O caso Siemens, de formação de cartel no Metrô em São Paulo, e o julgamento do mensalão serão recorrentes na campanha do Paulo Skaf?
A campanha tem que ser temas que sejam relevantes na vida das pessoa. O PMDB vai fazer uma campanha propositiva. Essas não serão nossas prioridades.

Quais são os pontos forte e fracos da gestão de Alckmin?
O governador deixa a desejar. Ele pessoalmente é uma figura que trabalha e tem boa vontade, mas algumas áreas deixam a desejar. Hoje temos um problema sério na área da segurança pública. O PSDB não apresentou resultados em 20 anos. Os investimentos na malha viária do Estado é um setor bem cuidado.

E os pontos fortes e fracos do ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT)?
O ponto forte dele é a estrutura do PT e o apoio do ex-presidente Lula. O ponto fraco dele é saúde, que não vai bem no País.

E o Paulo Skaf?
O ponto forte dele é a luta pela diminuição de impostos e abusos por parte do governo, Um exemplo é a CPMF, que ele combateu lá atrás. A desoneração dos produtos da cesta básica também. A presença dele nos grandes embates, como o caso do aumento do IPTU, é um ponto forte. O desconhecimento do nome dele é um ponto fraco. Outro ponto que precisamos superar é a falta de alianças.

O que acha do programa Mais Médicos?
Espero que ele chegue até a população mais simples. Ainda não surtiu efeito prático.

O fato do PSDB estar no governo há 20 anos torna mais frágil a candidatura do Alckmin?
Isso passa a sensação para a população de que é preciso buscar pessoas diferentes.

Espera que o Paulo Skaf seja uma terceira via na campanha?
Espero que ele seja a segunda via. Ele está em segundo lugar e se consolidando como o um candidato forte, Ele vai para o segundo e vencerá a eleição.

Espera contar com Lula e Dilma no palanque do Skaf?
Tenho certeza que a presidente Dilma estará no nosso palanque. Já o ex-presidente Lula é uma figura mais partidária do PT. Se não tiver no nosso palanque no primeiro turno, nós entenderemos. Mas estaremos juntos no segundo.

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segunda-feira 13/01/14 11:49

Eleições em SP: ‘Não usaremos o mensalão’, diz presidente do PSDB-SP

Pedro Venceslau Definida como a principal prioridade do PT em 2014 depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff, a disputa pelo governo paulista promete ser um capítulo à parte na história das eleições deste ano. Os prováveis operadores da disputa pelo governo paulista em 2014, os presidentes estaduais do PT, PSDB e PMDB prometem não usar na campanha os casos do mensalão, esquema de compra de apoio parlamentar no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, e as investigações sobre ...

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segunda-feira 13/01/14 11:42

Eleições em SP: PSDB e PT têm ‘calcanhar de Aquiles’, diz presidente do PT-SP

Pedro Venceslau Definida como a principal prioridade do PT em 2014 depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff, a disputa pelo governo paulista promete ser um capítulo à parte na história das eleições deste ano. Os prováveis operadores da disputa pelo governo paulista em 2014, os presidentes estaduais do PT, PSDB e PMDB prometem não usar na campanha os casos do mensalão, esquema de compra de apoio parlamentar no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, e as investigações sobre ...

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