A bomba do "amor gay"

Estadão

19 Junho 2007 | 17h29

A Fox News (ou Faux, como diz o Sergio Augusto) deitou e rolou. Puseram no ar alertas e mais alertas. Em 1994 – ou seja, durante o primeiro mandato do democrata Bill Clinton – os Estados Unidos quase desenvolveram uma bomba de “amor gay”.

Um pesquisador da Força Aérea pediu US$ 7,5 milhões para financiar as pesquisas de uma bomba que solta feromônios, os quais fariam os soldados pararem de lutar contra o inimigo e começarem a fazer sexo um com o outro.

Mas o pedido foi negado.

Nem Dr Strangelove seria tão, digamos, criativo.

A bomba fazia parte de uma série de armas não-letais que estão em desenvolvimento pelas Forças Armadas – armas de som, bomba de mau cheiro – essas sim, receberam financiamento.