O rei do roubo
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O rei do roubo

PF acusa Jaques Wagner de ter recebido R$ 82 milhões, mais do que Geddel juntou num apartamento em Salvador

José Nêumanne

26 Fevereiro 2018 | 18h07

Quando governador da Bahia, Wagner mandou demolir e reconstruir a Arena Fonte Nova. Foto: Roberto Viana/AGECOM BA

A Polícia Federal fez busca e apreensão na casa do ex-governador da Bahia Jaques Wagner, candidato a voltar ao cargo que antes já ocupou ou até ser o vice de Lula, que será impossibilitado de disputar a Presidência por ser ficha suja desde que foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na segunda instância. Ele foi acusado de ter recebido R$ 82 milhões de propinas das empreiteiras baianas OAS e Odebrecht na reforma da Arena Fonte Nova, estádio da Copa do Mundo de 2014 em Salvador. É mais do que foi encontrado no apartamento usado pelo clã Vieira Lima, do MDB, R$ 51 milhões, e acaba com o sonho de paz que PT vinha acalentando depois que as apurações da roubalheira passaram a se concentrar mais nos aliados. Este é um dos comentários feitos por mim no programa Estadão às 5, transmitido do estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook na segunda-feira 26 de fevereiro de 2018, às 17 horas.

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