O cúmulo do cinismo
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O cúmulo do cinismo

Temer aparece na TV como herói da verdade, mas se esquece de contar por que recebeu Joesley

José Nêumanne

16 Novembro 2017 | 17h47

O velho PMDB democrático reunido: Ulysses, Tancredo e Sarney cantando o Hino Nacional no plenário do Congresso Foto: Geraldo Guimarães/AE

O PMDB atingiu o ápice do cinismo mais desavergonhado ao misturar em filmes publicitários veiculados em horário dito gratuito, mas, na verdade, pago pelo contribuinte, pois implica renúncia fiscal para compensar as emissoras de rádio e televisão, que o transmitem, figuras históricas do partido, como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, com dirigentes acusados de corrupção, que enchem a boca para falar da verdade. Bem, já que os mandachuvas do partido que, na época da ditadura, de fato ajudou a restaurar a democracia, mas hoje sequer estes se defendem com fatos incontestáveis das acusações que lhe são feitas, podemos apelar para o mais poderoso de todos eles, o presidente Temer, vir a público e contar por que recebeu o meliante Joesley Batista na calada da noite no porão do palácio e o que, na verdade, tratou naquela conversa, em vez de tentar justificar-se apenas desqualificando o interlocutor, que já era tudo aquilo de que foi acusado antes de ter sido  recebido. Este é um dos temas do Estadão às 5, apresentado na TV Estadão por Emanuel Bomfim e comentado por mim do estúdio da redação do jornal e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook na quinta-feira 16 de novembro de 2017, às 17 horas.

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