Não há deuses no STF
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Não há deuses no STF

No fundo, debate na sessão do STF para julgar habeas corpus de Lula não tratou de princípios da liberdade, mas dos interesses de comerciantes milionários com seus negócios nos setores da educação e da advocacia

José Nêumanne

04 Abril 2018 | 18h13

Manifestantes protestaram na Avenida Paulista contra salvo-conduto do STF ao ex-presidente condenado por corrupção. Foto: Nilton Fukuda/Estadão

STF resguarda apenas bem-estar de quem, como seus ministros, nunca é punido

Este é o resumo do artigo Os guardiões da impunidade, de minha autoria, publicado na Página 2 (Opinião) do Estado de quarta-feira 4 de abril de 2018, que mostra que os 11 ministros do STF não são fiscalizados por nenhum outro poder e, por isso, não agem como vigilantes da Oposição, mas, garantes da impunidade de seus “coleguinhas de opa”.

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