Lula, o traíra
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Lula, o traíra

Líder sindical que vendeu greves, combatente da ditadura que serviu de informante da polícia e pretenso revolucionário que se juntou à oligarquia podre para assaltar a República, petista agora se finge de mártir

José Nêumanne

06 Abril 2018 | 13h41

Lula traiu grevistas, assaltou a República e agora se faz de vítima dos poderosos. Foto: Lalo de Almeida/The New York Times

Lula traiu seus companheiros do sindicato quando vendeu o aborto de greves para a Odebrecht e agiu como informante do delegado Romeu Tuma, então colega de Sérgio Fleury no Dops paulista, à época da ditadura militar do general Golbery, que o criou. Também frustrou o povo que o consagrou como o presidente mais popular da História da República e o mais importante líder político do Brasil por se juntar com velhos gatunos no poder para assaltar todos os cofres do Estado. Ao ser flagrado nesses delitos e denunciado por essa antiga traição tentou se esconder na condição de perseguido injustamente pela elite dirigente por ter fingido governar para os pobres, mesmo tendo sido responsável pela crise econômica que gerou o desemprego de 13 milhões de brasileiros. Este foi um dos argumentos que usei no programa da cobertura sobre a ordem de prisão assinada pelo juiz Sergio Moro, transmitido do estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal, com ancoragem de Haisem Abaki e a participação do cientista político Jairo Pimentel, da FGV, retransmitido por Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook na sexta-feira 6 de abril de 2018, às 11h15m.

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