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Mais uma derrota na Justiça mantém Lula preso, esvazia a lenda urbana da perseguição do líder popular pela zelite dirigente de policiais, procuradores e juízes federais e dá mais trabalho à defesa, sempre goleada

José Nêumanne

10 Maio 2018 | 11h51

STF torna cada vez mais difícil ouvir petistas como Jaquinho gritando bom dia, Lula livre! no 1.º de maio. Foto: Ricardo Stuckert

Nem mesmo os três “soltadores” oficiais, Gilmar, Toffoli e Lewandowski, que derrotam frequentemente o relator Edson Fachin na Segunda Turma do STF, desta vez, votaram a favor do sonho do “Lula livre!” e mantiveram o preso mais famoso do Brasil na cela em Curitiba em mais uma votação virtual, 4 a 0 até o voto do decano Celso de Mello, ao interminável estoque de embargos regimentais e embargos dos embargos dos embargos dos advogados de defesa. Ainda haverá recursos a serem apresentados e, muito provavelmente, goleados, mas isso só ampliará a certeza de que o condenado em segunda instância não está sendo perseguido por Polícia, Ministério Público e Justiça federais, mas simplesmente cumprindo pena por crimes comuns. Este é meu comentário no Podcast Estadão Notícias, que figura no Portal do Estadão desde as 6 horas da quinta-feira 11 de maio de 1018.

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