Convívio suspeito
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Convívio suspeito

Na delação de Funaro não há mocinhos: todos são suspeitos de, no mínimo, se terem reunido para delinquir

José Nêumanne

06 Novembro 2017 | 18h03

Diante do juiz Cunha só não nega reuniões com delator. Para que – eis a questão Foto: MPF

Eduardo Cunha disse ao juiz Vallisney de Souza Oliveira que o contador Lúcio Funaro mentiu quando contou que Joesley comprou seu silêncio. Tanto a afirmação quanto o desmentido carecem de provas documentais ou de conexão com fatos indesmentíveis. A simples delação e a negativa despida de argumentos e comprovação valem muito pouco. A verdade que sobra disso é que o delator e todos os delatados conviveram para fazer fortunas de forma ilícita. Ou seja: todos são suspeitos de, no mínimo, participarem de ardis e artimanhas para delinquir. Este é um dos assuntos que comentei no Estadão às 5, apresentado por Emanuel Bomfim no estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal e retransmitido na segunda-feira 6 de novembro de 2017, às 17 horas, e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook.

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