Caso escabroso
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Caso escabroso

Gleisi Hoffmann e marido, Paulo Bernardo, são denunciados pela PF por recebimento de propina na Lava Jato num episódio em que a arrecadação incluía até contribuição de servidores do Ministério do Planejamento

José Nêumanne

17 Maio 2018 | 17h46

Até quando Gleisi ficará fora da cadeia para ser porta-voz de Lula, que está preso? Foto: Giuliano Gomes/PR Press

A Polícia Federal entregou o inquérito que trata da propina que a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, teria recebido no âmbito da Operação Lava Jato em cinco repasses de dinheiro ilícito pelos quais ela é acusada. O destinatário do relatório final da PF é o ministro Dias Toffoli, relator do caso, que inclui infâmias como a acusação de que ela é cúmplice do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, na subtração mensal de parte dos proventos previdenciários dos funcionários do Ministério do Planejamento, do qual ele era titular no governo Lula. Qualquer ato de corrupção é desprezível, mas neste caso a agravante é o furto deliberado das economias de funcionários que estão longe de ser nababos como o são os acusados. E mais ainda: o ex-ministro aproveita-se de uma decisão do STF e tem direito ao foro privilegiado da mulher. Este é um dos comentários que fiz no programa Estadão às 5 da TV Estadão, ancorado por Emanuel Bonfim, transmitido do estúdio no meio da redação na quinta-feira 17 de maio de 2018, às 17 horas, e retransmitido por Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook.

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