Cacoete colonialista
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Cacoete colonialista

Aloysio fez muito bem em devolver a tentativa de intromissão de líderes decadentes da esquerda européia na decisão da Justiça de manter Lula preso e no cumprimento da Lei da Ficha Limpa na eleição

José Nêumanne

17 Maio 2018 | 13h29

Amigos no poder e no ostracismo: Lula e Zapatero na Espanha em abril de 2011. Foto: Juan Medina/Reuters

O francês François Hollande, o ex-primeiro-ministro socialista belga Elio Di Rupo, os ex-presidentes do Conselho italiano social-democratas Massimo d’Alema, Enrico Letta e Massimo Prodi e o ex-chefe do governo espanhol José Luis Rodriguez Zapatero perderam há algum tempo o protagonismo político em seus países e resolveram interferir de forma abusiva em assuntos internos do Brasil apoiando em carta aberta a candidatura de Lula à Presidência em outubro. Sem ademanes nem salamaleques diplomáticos, o chanceler Aloysio Nunes Ferreira acusou-os de colonialistas intrometidos, lembrando, corretamente, que no Brasil o Estado de Direito funciona e nele polícia e Justiça coíbem a prática de crimes, que é o caso do ex. Este é meu comentário no Podcast Estadão Notícias que está no Portal do Estadão desde as 6 horas de quinta-feira 17 de maio de 2018.

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