Bodas de trigo
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Bodas de trigo

Desde antes de 9 de junho de 2014, quando nos casamos, ela decide e nós vamos; ela prescreve e eu escrevo.

José Nêumanne

09 Junho 2017 | 18h32

Eu faço o café e ela toma, ela toma, ela tem fé e eu rezode Nêumanne para Isabel Foto: Maria Isabel de Castro Pinto

Casamento em Campina Grande nos contrafortes do Planalto da Borborema em 9 de junho de 2014

Peço licença aos prugilos

Dos Quelés da juvenia


Dos tofus dos audiacos

Da Baixa da silencia

Do Genuino da Bribria

Do grau da grodofobia

Com estes versos de Zé Limeira, o poeta do absurdo, abro esta concessão que faço a minha imagem de crítico, impiedoso, austero, duro e seco sertanejo para comemorar uma efeméride familiar. Isabel e eu comemoramos nesta sexta de festa 9 de junho de 2017 bodas de trigo, ou seja, três anos de casados.  E não sinto vergonha nem pudor de me derreter todo e compartilhar com você dessa alegria incontida. Para a ocasião preparei um poema, o li e cheguei até a gravar um video fazendo essa leitura num post publicado em meu site Estação Nêumanne (www.neumanne.com)

Para ler e ouvir o poema e ver o vídeo da leitura clique aqui