A ladra roubada
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A ladra roubada

Maior acordo de leniência da história da humanidade torna Petrobrás autora e vítima de roubo

José Nêumanne

21 Dezembro 2016 | 19h05

Sede da Odebrecht em São Paulo

Sede da Odebrecht em São Paulo

Se alguém tinha alguma dúvida sobre as dimensões da roubalheira na Petrobrás nos desgovernos lulodilmopetistas, a divulgação nesta quarta-feira do acordo de leniência da Odebrecht e da Braskem as dirime de vez: a multa total chega a R$ 6,9 bilhões a ser compartilhada por Brasil, EUA e Suíça. A maior da humanidade em todos os tempos. E, além disso, com uma característica especial: a Petrobrás é sócia da Odebrecht na Brasken e, por conta da roubalheira, era obrigada a negociar nafta a preços especiais. A situação especial do acordo é que nele a Petrobrás ao mesmo tempo furta e é furtada, ou seja é autora e vítima do mesmo crime ao mesmo tempo. Uma situação extrema e esdrúxula. Que absurdo!

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