A folia dos privilégios
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A folia dos privilégios

Fundo para financiar campanha, perdão a dívidas de políticos e Aécio de volta: farra de mais iguais

José Nêumanne

18 Outubro 2017 | 17h08

Jaula ao relento da cadeia de Barra do Corda (MA), em que morreu comerciante. Foto DPE

A farra dos privilégios continua à tripa forra. A Lava Jato é sabotada ferozmente pelo delatado Michel Temer e seu anspeçada Torquato Jardim, à sombra da procuradora-geral Raquel Dodge, abençoada por deus Michel e pelo espírito santo de orelha Gilmar. Sobre a primeira instância, que condenou 116 réus e mantém 27 deles presos em Curitiba, pende a espada de Dâmocles da Suprema Tolerância Federal, que ocupa o topo do castelo judiciário com condenação zero. E sigilo para senadores liberarem as baladas de Aecim sem serem vigiados pela opinião pública contra, que vai ao Hermitage, em São Petersburgo, vaiar acusados de furtar a previdência de servidores sob sua chefia. No país do bebê fuzilado no ventre da mãe e do comerciante que agonizou em jaula ao relento, quem sai aos seus não regenera, quem pode se sacode e quem não pode vai pro diabo que o carregue.

Este é o último parágrafo de meu artigo Brasil agoniza na jaula ao relento, publicado na Pag.2A do Estadão de quarta-feira 18 de outubro de 2017.

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