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Quem Faz

JULIA DUAILIBI é jornalista, trabalhou nas redações de Veja, Folha de S. Paulo e Estadão, em Brasília e em São Paulo.
quinta-feira 26/03/15 05:41

Tucano defende impeachment e fala em ‘assombração política’ no Planalto

Eduardo Graeff. Foto: Ed Ferreira/Estadão - 17.04.1997

O cientista político Eduardo Graeff diz haver elementos que justifiquem um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. "A confiança do País, o respeito dos aliados e a capacidade de decisão ela já perdeu. Acho menos arriscado para o País liberá-la do cargo do que tê-la como uma assombração política no Planalto pelos próximos anos", declarou. Graeff, que foi subchefe da Casa Civil para Assuntos Parlamentares e secretário-Geral da Presidência no governo FHC e é autor do livro Corrupção no Brasil: ...

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segunda-feira 23/03/15 23:31

Dilma e a predileção pela crise

Em mais uma tentativa de fazer um contra-ataque à crise política que engole seu governo, a presidente Dilma Rousseff começou a semana escalando ministros para uma reunião no Palácio do Planalto. Dilma acatou sugestão do ex-presidente Lula e ampliou o grupo de "conselheiros", já que os de plantão ajudam quando não atrapalham. Ao término da reunião, alguns dos ministros saíram em defesa de Aloizio Mercadante (Casa Civil), apontado por integrantes do próprio governo como um dos que mais ajudam quando ...

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quarta-feira 18/03/15 16:25

Consultoria prevê aumento de insatisfação com Dilma; risco de impeachment é de 20%

A consultoria de risco político Eurasia prevê um aumento da insatisfação da população com o governo Dilma Rousseff nos próximos meses, em razão dos efeitos das medidas de ajuste fiscal que começarão a ser sentidos pelos brasileiros. A Eurasia, porém, mantém em 20% o risco de impeachment da presidente. “Do ponto de vista da opinião pública, o pior ainda está por vir”, afirma o diretor para América Latina, João Augusto de Castro Neves, em referência aos desdobramentos do escândalo da Petrobras ...

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segunda-feira 16/03/15 17:21

Clube Militar elogia protestos e fala em ‘onipresente vigilância’

Um dia depois das manifestações pelo País, durante as quais grupos isolados pediram a intervenção militar, o Clube Militar publicou uma nota na qual afirma que os protestos mostram que o governo não pode pensar em transformar o Brasil numa Venezuela “impunemente” e que é necessária “onipresente vigilância”. 

“(A manifestação) sinaliza aos seguidores do Foro de São Paulo, hoje dirigindo o Brasil, que não podem pensar impunemente em nos transformar em uma ditadura similar à da Venezuela nem mesmo num sofrido Equador ou Bolívia, que já trilham o caminho abominável do que chamam bolivarianismo”, afirma a nota, assinada pelo coronel da reserva Ivan Cosme Pinheiro, diretor de Comunicação Social da entidade.
O texto O Dia em que o Brasil Mudou foi publicado na seção Pensamento do Clube Militar, divulgada aos integrantes das Forças Armadas associados à entidade. Segundo a nota, a administração atual pratica o “câncer social”, que é a corrupção, e precisa se corrigir. “Não basta mais dizer, em discursos recorrentes, que vai combater a corrupção, se na verdade está praticando esse câncer social em busca de seus interesses.”
 
Ao falar da “onipresente vigilância”, a nota aponta uma “sanha despótica” no governo Dilma Rousseff. “Havemos de ter, a partir de agora, uma onipresente vigilância quanto ao que o governo pretende nos impor e quanto às medidas a serem implementadas por ele, prometendo buscar soluções para os problemas que nos afligem, diga-se de passagem, gerados por ele próprio em sua sanha despótica.” Ainda de acordo com o texto, “toda a moral brasileira tem que ser revista em todos os níveis”.
A nota destaca que as Forças Armadas dedicam-se “exclusivamente” aos interesses nacionais, mas não menciona os pedidos de intervenção feitos por uma minoria. ”Não se olvide também que o Brasil, diferentemente desses nossos vizinhos, tem Forças Armadas avessas à execução de políticas partidárias e ideologias em seu âmago, dedicando-se, exclusivamente, aos interesses nacionais”, afirmou o coronel.
O texto termina com exclamações, dizendo que o Brasil mudou ontem. “Entendam bem: mudou para sempre e para melhor!”
A entidade se autoproclama a “A Casa da República” e diz ser a favor da democracia.
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sexta-feira 23/01/15 14:57

Ex-assessor de Alckmin critica medidas anunciadas por secretário para poupar água

Ex-assessor especial do governador Geraldo Alckmin (PSDB), entre 2011 e 2013, o produtor rural Frederico d'Avila critica as medidas que foram anunciadas nesta semana pelo secretário estadual de Agricultura, Arnaldo Jardim, como resposta à crise de abastecimento de água no Estado. Em entrevista ao Valor Econômico, publicada ontem, Jardim disse que até o final do mês o governo deve anunciar uma restrição ao uso de água na agricultura irrigada, medida que deve afetar produtores responsáveis pelo abastecimento de 50% dos hortifrúti ...

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quarta-feira 21/01/15 14:16

Governo aposta em ‘solução médica’ para Gularte

O governo brasileiro avalia que o laudo médico apontando esquizofrenia é a solução mais provável para livrar o brasileiro Rodrigo Gularte da execução na Indonésia. Ele também foi condenado à pena de morte ao tentar entrar no País em 2004 com 6 kg de cocaína escondidos em pranchas de surf. Gularte teve o segundo pedido de clemência negado pela Indonésia, que no sábado passado executou por fuzilamento outro brasileiro condenado por tráfico, Marco Archer. O advogado de Gularte, Utomo ...

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sábado 17/01/15 06:55

A escassez do discurso

Desde que a crise no abastecimento de água surgiu, em 2014, ano eleitoral, o governo paulista minimizou a questão, temendo dar combustível ao problema e, dessa maneira, afetar a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Durante todo o ano passado, a burocracia governista envolvida com o tema tentou jogar uma cortina de fumaça na crise. Enquanto os reservatórios caiam, a Sabesp fazia campanhas publicitárias medíocres e sua diretoria dizia ter a situação sob controle. O eufemismo dominou o jargão oficial. Racionamento se ...

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sexta-feira 16/01/15 13:15

Entidade diz ser ‘revoltante’ pena de morte para condenações relacionadas a drogas

A Human Rights Watch soltou uma nota na qual critica a decisão do governo da Indonésia de executar o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, preso em 2003 depois de entrar no país com 13,4 kg de cocaína escondidos na asa delta. Em nota assinada pelo responsável pelo escritório da entidade na Ásia, Phelim Kine, a entidade diz que "a legislação internacional de direitos humanos restringe o uso da pena de morte apenas aos crimes mais graves” e que é "revoltante" a aplicação da ...

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