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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam. Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem. É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.
quarta-feira 29/12/10 13:37

Sem governo, Brasília vive o caos

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Governador-tampão, Rogério Rosso, se concedeu férias informais e viajou com a famíliaFoto: André Dusek/AE - 21/04/2010

Com o maior orçamento proporcional do País, de R$ 22,6 bilhões para uma população de 2,5 milhões de habitantes, Brasília encerra 2010,ano de seu 50º aniversário, com um cenário de abandono completo. Do mato invadindo áreas residenciais às pistas esburacadas e ao lixo acumulado em toda parte da cidade. A omissão administrativa agravou o precário atendimento médico, ...

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terça-feira 21/12/10 12:57

Premissa falsa orienta proposta de controle de conteúdos

O governo continua fiel à estratégia de avançar com idéias impróprias a partir de premissas falsas que atribui ao adversário da hora. A coisa funciona assim: atribui-se a alguém ou a um setor algo que não foi dito e sequer pensado. Repete-se a mentira até que vire verdade. Depois, é só combater diariamente aquela “verdade”, cujo conteúdo desqualifica seu “autor”, para obter unanimidade contra ele. Indicado futuro ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, intencionalmente ou não, reproduziu ontem essa estratégia que os jornais publicam ...

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sábado 18/12/10 20:00

Dois é bom, três é demais; (quatro, nem pensar)

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Caso Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) seja titular do futuro ministério da Pequena e Microempresa, dará assento no Senado ao seu suplente, o atual presidente do PT, José Eduardo Dutra. Fotos: Pablo Valadares/AE e Hélvio Romero/AE

O PSB reivindica dois ministérios, além do já garantido a Ciro Gomes: um indicado pela bancada e outro pelo governador Eduardo Campos, de Pernambuco, Estado onde Dilma massacrou a oposição. O partido ...

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sábado 18/12/10 16:25

Um ministério com prazo de validade

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PSB quer três pastas, mas seus deputados não têm Ciro Gomes “na cota” do partido. Foto: Wilson Pedrosa/AE – 06.10.2010

As disputas entre e dentro dos partidos aliados que retardam a composição do ministério Dilma Rousseff refletem não só a complexidade da base política que a elegeu, como projetam um governo de dificílima administração de interesses.

Dilma  governará com dois partidos principais – PMDB e PT – de uma aliança que seu mentor, o presidente Lula, não quis para si no primeiro mandato. Lula não queria ficar refém do partido amplamente majoritário, com poder de dar as cartas no Congresso.

Preferiu a cooptação das legendas menores, processo que está na origem do mensalão, que até hoje insiste em chamar de “tentativa de golpe”.

Hoje, impasses envolvendo PSB, PCdoB e PT  retardam o fechamento do ministério. Enquanto o PSB quer três pastas – seus deputados não têm Ciro Gomes “na cota” do partido -, o PCdoB não se conforma com a saída de Orlando Silva do ministério dos Esportes.

Já os petistas duelam pelas pastas do Desenvolvimento Social e Agrário – este último ocupado pelo critério da cota feminina.

Nada indica que as feridas abertas na guerra de cargos no ministério cicatrizem com seu anúncio formal.

O que, somado ao fato de que a autonomia de Dilma ficou restrita a uma cota pessoal, o torna um ministério com prazo de validade, sacudido aqui e ali por denúncias disparadas pelo chamado “fogo amigo”. Mais danoso ao governo do que a oposição pífia que se anuncia.

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sábado 18/12/10 14:48

Dilma reafirma compromisso com liberdade de imprensa

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Presidente eleita disse que não espera uma imprensa omissa, porque a crítica é inerente à atividade. Foto: André Dusek/AE

A presidente eleita, Dilma Rousseff, fez nas últimas 24 horas, mais duas declarações a favor da liberdade de imprensa: no discurso na solenidade de sua diplomação e no coquetel que a ela se seguiu, no Itamaraty. A frequência com que tem se manifestado nesse sentido já caracteriza um compromisso de seu governo com a ...

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sexta-feira 17/12/10 03:00

Um bota-fora com menu celestial

O antropólogo Darcy Ribeiro dizia que o Senado é melhor que ir para o céu, porque se pode chegar lá sem precisar morrer. Darcy, que viveu ali o suficiente para chegar a essa conclusão, não contou como seria sair desse céu na Terra. trufa.jpg

Trufas brancas de Alba podem custar até cinco mil euros o quilo

Há 22 anos no Congresso, o senador Gerson Camata (PMDB-ES), que não conseguiu seu sexto mandato parlamentar consecutivo, descobriu ...

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sexta-feira 10/12/10 16:25

Imprensa livre é bom, mas…no quintal do vizinho

É bom ouvir o presidente Lula fazer uma apologia da liberdade de imprensa, na esteira da prisão de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, site que vem expondo os bastidores da diplomacia americana. Melhor seria se manifestações anteriores do presidente não tirassem a credibilidade do que disse ontem, quando condenou a punição ao mensageiro e não ao autor da mensagem. lula_imprensa_CelsoJuniorAE09122010.jpg À época da censura ao Estado, não se ouviram senão impropérios de Lula contra a imprensa O mesmo raciocínio ...

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quarta-feira 08/12/10 16:44

CCJ não vota este ano regulamentação de TV a cabo, diz Demóstenes

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), Demóstenes Torres (DEM-GO), afastou a possibilidade de aprovar no âmbito da comissão o projeto de lei complementar que regulamenta o serviço de TV a cabo ainda este ano. O projeto, conhecido como PLC 166, estende às companhias telefônicas a possibilidade de atuar no setor e estabelece cotas para produção independente e de conteúdo nacional na grade de programação das emissoras, entre outras providências. Mas as duas são as mais polêmicas. A primeira enfrenta ...

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terça-feira 07/12/10 19:16

Prêmio de consolação para derrotados pode ser mandato remunerado no Parlasul

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Senador Mão Santa (PSC-PI), que não se reelegeu, é um dos mais entusiasmados defensores da medida. Foto: Pablo Valadares/AE - 18.12.2009

A pedido do presidente da Casa, senador José Sarney (PMDB-AP),  a área jurídica do Senado tenta encontrar uma brecha no protocolo do Parlamento do Mercosul para viabilizar a indicação de políticos derrotados nas últimas eleições. São 18 vagas do Brasil hoje ocupadas por parlamentares com mandato, deputados e senadores. O mandato é ...

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