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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam. Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem. É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.
sábado 20/09/14 13:56

Pirataria movimenta valor igual ao quarto PIB da AL

O combate à pirataria no Brasil entrou na agenda dos candidatos como pauta para o futuro governo, qualquer que seja o resultado das eleições. O Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco) lançou um manifesto entregue aos candidatos , cuja síntese é um número assustador:  o mercado pirata no Brasil  causou um prejuízo de R$ 30

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quinta-feira 18/09/14 17:00

Uma pesquisa essencial

É grande a expectativa dos três principais candidatos à presidência, especialmente de Aécio Neves, com a pesquisa Datafolha com divulgação programada para amanhã. Menos com um novo crescimento do candidato do PSDB e mais pela simples confirmação dos números do Ibope desta semana que apontaram aumento de 4 pontos porcentuais em favor do tucano, com

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quarta-feira 17/09/14 16:34

Censura: casos iguais, sentenças opostas

Chamou a atenção no episódio de censura à revista “Isto É”, a simultaneidade entre a decisão da justiça de primeira instância cearense ,e outra, do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, que no mesmo dia liberou o site Consultor Jurídico da proibição de divulgar a condenação de atores de um espetáculo teatral. As

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segunda-feira 15/09/14 16:01

Teatro de Marionetes

A aplicação da lei da Ficha Limpa tem demonstrado que os candidatos impugnados mantêm-se na disputa através de familiares, na maioria das vezes as esposas, para exercer o cargo para o qual foram vetados de forma indireta. É um truque que não encontra antídoto na legislação e que, na prática, burla o espírito do que

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sexta-feira 12/09/14 20:00

O silêncio sintomático do BC

O debate em torno da autonomia do Banco Central ainda permanece na pauta a merecer a abordagem de aspectos que, por mais mencionados, impõem ênfase. Nessa discussão, soa estranho, para empregar uma avaliação elegante, o silêncio da própria instituição a respeito. É sintomática a coincidência entre o debate que se trava no âmbito da campanha

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quinta-feira 11/09/14 12:47

BC, sem autonomia e autoritário

Se pretendia rechaçar a leitura de um Banco Central subordinado politicamente ao governo, a área jurídica da instituição provocou efeito diametralmente oposto ao entrar com queixa-crime contra o economista Alexandre Schwartsman, seu ex-diretor, por criticar a gestão atual de Alexandre Tombini. Foi uma reação das mais autoritárias, com o objetivo de punir a crítica, elevada

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quarta-feira 10/09/14 15:04

De medos e esperanças

Embora haja expectativa quanto à nova pesquisa Datafolha que deverá ser divulgada no final da tarde de hoje, parece definido que a presidente Dilma Rousseff tem um teto mínimo estabelecido, um eleitorado cristalizado que permanece fiel ao governo, só abalável se mais vazamentos da investigação sobre a Petrobrás, muito graves, vierem à tona. Isso pode

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terça-feira 09/09/14 13:28

Ausências eloquentes

Os danos eleitorais das denúncias do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, só poderão ser avaliados na próxima pesquisa, mas a julgar pela reação do governo, o principal atingido, o primeiro impacto não tira o controle da situação. É importante lembrar que a delação premiada de Costa só é aceita pela Justiça se

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sábado 06/09/14 10:53

Um zumbi na Esplanada

A demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, em eventual segundo mandato de Dilma Rousseff, tem dois obstáculos para gerar o efeito desejado de resgatar a confiança do empresariado: é um aceno tardio , que denuncia seu caráter eleitoral e não vem acompanhado da garantia de mudança do modelo econômico. É uma demissão futura, algo

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