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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam. Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem. É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.
segunda-feira 15/09/14

Teatro de Marionetes

A aplicação da lei da Ficha Limpa tem demonstrado que os candidatos impugnados mantêm-se na disputa através de familiares, na maioria das vezes as esposas, para exercer o cargo para o qual foram vetados de forma indireta. É um truque que não encontra antídoto na legislação e que, na prática, burla o espírito do que

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sexta-feira 12/09/14

O silêncio sintomático do BC

O debate em torno da autonomia do Banco Central ainda permanece na pauta a merecer a abordagem de aspectos que, por mais mencionados, impõem ênfase. Nessa discussão, soa estranho, para empregar uma avaliação elegante, o silêncio da própria instituição a respeito. É sintomática a coincidência entre o debate que se trava no âmbito da campanha

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quinta-feira 11/09/14

BC, sem autonomia e autoritário

Se pretendia rechaçar a leitura de um Banco Central subordinado politicamente ao governo, a área jurídica da instituição provocou efeito diametralmente oposto ao entrar com queixa-crime contra o economista Alexandre Schwartsman, seu ex-diretor, por criticar a gestão atual de Alexandre Tombini. Foi uma reação das mais autoritárias, com o objetivo de punir a crítica, elevada

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quarta-feira 10/09/14

O BC , à semelhança do PT

Se pretendia rechaçar a leitura de um Banco Central subordinado politicamente ao governo, a área jurídica da instituição provocou efeito diametralmente oposto ao entrar com queixa-crime contra o economista Alexandre Schwartsman, seu ex-diretor, por criticar a gestão atual de Alexandre Tombini. Foi uma reação das mais autoritárias, com o objetivo de punir a crítica, elevada

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quarta-feira 10/09/14

De medos e esperanças

Embora haja expectativa quanto à nova pesquisa Datafolha que deverá ser divulgada no final da tarde de hoje, parece definido que a presidente Dilma Rousseff tem um teto mínimo estabelecido, um eleitorado cristalizado que permanece fiel ao governo, só abalável se mais vazamentos da investigação sobre a Petrobrás, muito graves, vierem à tona. Isso pode

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terça-feira 09/09/14

Ausências eloquentes

Os danos eleitorais das denúncias do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, só poderão ser avaliados na próxima pesquisa, mas a julgar pela reação do governo, o principal atingido, o primeiro impacto não tira o controle da situação. É importante lembrar que a delação premiada de Costa só é aceita pela Justiça se

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quarta-feira 03/09/14

A “nova política” é forma

O contato com observadores externos, vivamente interessados no desenrolar do processo eleitoral no país, impõe a interlocutores nacionais o ônus de traduzir o processo político brasileiro e testar a consistência das explicações a que se acostumaram sem maiores aprofundamentos. Algumas dessas explicações para o que ocorre na disputa eleitoral deste ano são dadas por certas

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segunda-feira 01/09/14

Os imensos desafios de Aécio e Dilma

O mês final de campanha reserva às candidaturas de Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT, o desafio aparentemente difícil de sustar a onda de crescimento de Marina Silva (PSB), que torna imprevísivel até mesmo um segundo turno eleitoral. Marina parece catapultada não só pelo seu patrimônio eleitoral já registrado no último pleito, mas também

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sábado 30/08/14

O universo paralelo de Mantega

Os dias úteis são agora fator decisivo no cálculo do governo para o crescimento e, especificamente este ano, eles foram abaixo da média histórica, o que explica o PIB de 0,6% que pôs o país em recessão. Não só isso, mas a decepção da Fazenda com o desempenho internacional e a seca que aumentou o

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