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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam. Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem. É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.
quinta-feira 27/11/14 16:16

Um Congresso constrangido

Paralisadas pela apreensão com as investigações na Petrobras, que deve envolver parcela expressiva de parlamentares, as negociações em torno eleições legislativas de fevereiro de 2015 desenvolvem-se de forma tímida nos bastidores. De forma explícita, apenas a candidatura na Câmara, do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ) aparece no cenário político, mesmo assim, sem que o

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quarta-feira 26/11/14 11:30

Governo tem a iniciativa

  O governo parece ter logrado êxito na tarefa de desobstruir a pauta de vetos presidenciais para abrir caminho à votação do projeto que o desobriga da meta de superávit este ano. Ainda em fase de apuração ontem à noite, já que a votação foi por cédula, a conquista de quorum é que se materializa

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terça-feira 25/11/14 16:00

Recuo improvável

A presidente Dilma Rousseff atravessa agora a etapa da reação da base aliada, mais especificamente do PT e do PMDB, às nomeações não anunciadas oficialmente, mas confirmadas extra-oficialmente, para a área econômica e do ministério da Agricultura para seu segundo mandato. São reações esperadas, talvez mais aguerridas pela falta de aviso pévio da presidente. O

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segunda-feira 24/11/14 14:20

Inversão de expectativas

O caminho escolhido pela presidente Dilma Rousseff, com as nomeações de Joaquim Levy e Nelson Barbosa, para a Fazenda e Planejamento, respectivamente, parece indicar a priorização da defesa de seu mandato sobre as preferências do PT. Por isso, não chega a surpreender que a maior resistência à nova equipe econômica seja do seu partido e

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quinta-feira 20/11/14 14:52

Convite a Trabuco esbarra na resistência do Bradesco

Salvo uma reviravolta pouco provável, o novo ministro da Fazenda não deverá ser o executivo Luís Carlos Trabuco, do Bradesco. A operação esbarrou na falta de aval do presidente do banco, Lázaro Brandão, que resiste à perda de seu provável sucessor para o governo. Essa a razão para que o Planalto não confirme o nome

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terça-feira 18/11/14 17:59

Comando terceirizado

Devem ser deploradas as manifestações de protesto ao governo reeleito de conteúdo golpista verificadas em passeatas e disseminadas nas redes sociais por grupos que defendem a volta do regime militar. A rigor, se fosse possível, melhor seria ignorá-las. Infiltradas nos movimentos de oposição, merecem desta o mais veemente repúdio, como tem feito o presidente do

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segunda-feira 17/11/14 16:13

O vácuo corrosivo da inércia

Acuado pela continuidade do desgaste político responsável pela eleição mais apertada desde a primeira vitória de Lula, em 2003, o governo do PT ainda não encontrou o discurso mais adequado ao momento de crise política e econômica que marca a véspera do início formal do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. Por isso, prossegue no

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sexta-feira 14/11/14 14:00

Distância regulamentar

Na sequência das críticas de Gilberto Carvalho e Marta Suplicy, à condução da economia e à falta de diálogo do governo, o PT fecha a primeira etapa de pressão sobre a presidente Dilma Roussseff, na forma de cobrança por um ministério qualificado. À parte o fato de que justamente o PT, com sua estratégia de

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quinta-feira 13/11/14 14:30

Tempo de espera e agonia

A presidente Dilma deve ter seus motivos para protelar o início do segundo mandato obtido nas urnas a muito custo e, sobretudo, à base de um marketing falseador da realidade. Entre eles, o mais provável, é o receio de compor uma nova equipe que poderia ter integrantes mais tarde alcançados pelas investigações na Petrobras. Mas

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quarta-feira 12/11/14 19:30

Do “Volta Lula” ao “Volta Meirelles”

Depois de Gilberto Carvalho, foi a vez de Marta Suplicy, um de saída do governo, a outra já em casa. Em comum, dois ministros que fazem a mesma crítica à presidente da República, cobram diálogo e, sobretudo, a retomada da economia. Marta foi mais explícita ao bater a porta desejando que a ex-chefe monte uma

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