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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam. Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem. É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.
segunda-feira 01/09/14

Os imensos desafios de Aécio e Dilma

O mês final de campanha reserva às candidaturas de Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT, o desafio aparentemente difícil de sustar a onda de crescimento de Marina Silva (PSB), que torna imprevísivel até mesmo um segundo turno eleitoral. Marina parece catapultada não só pelo seu patrimônio eleitoral já registrado no último pleito, mas também

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sábado 30/08/14

O universo paralelo de Mantega

Os dias úteis são agora fator decisivo no cálculo do governo para o crescimento e, especificamente este ano, eles foram abaixo da média histórica, o que explica o PIB de 0,6% que pôs o país em recessão. Não só isso, mas a decepção da Fazenda com o desempenho internacional e a seca que aumentou o

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sexta-feira 22/08/14

Petrobrás vira assombração

Em circunstâncias normais, ou seja, em tempos não eleitorais, seria insustentável a situação da presidente da Petrobras, Graça Foster, mantida no cargo apesar das sucessivas irregularidades que comprometem a imagem e o vigor financeiro da empresa. Ato falho ou argumento necessário ao convencimento dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), quem fez o

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quinta-feira 21/08/14

Difícil convivência

As queixas do presidente do PSB, Roberto Amaral, com relação ao noticiário político nos dias que se seguiram à tragédia aérea que tirou de cena o ex-governador Eduardo Campos, antes de exibir um descontentamento pessoal, refletem mais a crise interna que dividiu o partido em relação à candidatura de Marina Silva. Esse aspecto é mais

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terça-feira 19/08/14

Programáticos e pragmáticos

A menos de 24 horas da reunião da Executiva Nacional do PSB que deverá confirmar Marina Silva como candidata do partido à sucessão presidencial, as expectativas passam a girar em torno da adaptação da ex-senadora à nova condição, que encerra desafios difíceis e decisivos. A sua confirmação informal esvaziou a ansiedade pela definição maior antes

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quinta-feira 14/08/14

A busca da racionalidade

Passadas as primeiras horas do acidente aéreo que vitimou o ex-governador Eduardo Campos ainda é a perplexidade que prevalece no ambiente político. Além da consternação, as preocupações com os procedimentos de despedida ocupam aliados e adversários se dividem entre a preparação para os rituais e as avaliações sobre as consequências políticas do episódio. Nesse sentido,

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quarta-feira 13/08/14

A visita do imponderável

A morte do ex-governador Eduardo Campos é daquelas tragédias que reúne todos os elementos para alimentar a mitologia política, dado o contexto que retira de cena precocemente um dos políticos mais promissores de sua geração , destinado a consolidar-se como referência política permanente no país. Sua saída de cena, de forma abrupta, aos 49 anos,

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