Termo de audiência de custódia de Wesley delator

Termo de audiência de custódia de Wesley delator

Acionista da JBS, preso nesta quarta-feira, 13, em São Paulo, sob acusação de lucrar fortuna com especulação no mercado de ações e com moeda americana, pediu liberdade, mas juiz João Batista Gonçalves manteve decreto de prisão

Julia Affonso e Luiz Vassallo

13 Setembro 2017 | 17h00

O empresário Wesley Batista, preso nesta quarta-feira, 13, em São Paulo, pediu liberdade, por meio de seu advogado, em audiência de custódia na 6.ª Vara Criminal Federal. Mas o juiz João Batista Gonçalves manteve o decreto de prisão do delator da JBS.

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Wesley – e também seu irmão Joesley – estão sob suspeita de lucrarem fortuna por meio da especulação no mercado de ações e com a moeda americana. O juiz decretou a prisão dos irmãos delatores em regime preventivo, ou seja, sem prazo para expirar. Alegando ‘segurança’, Wesley pediu para não ser transferido a um presídio estadual. O juiz consentiu que ele e Joesley fiquem na Custódia da Polícia Federal.