Sr. ministro, eis o meu passaporte

Sr. ministro, eis o meu passaporte

Com medo da flechada letal de Janot, que requereu sua prisão, empresário Joesley Batista, delator da JBS, se antecipa à decisão de Edson Fachin e disponibiliza documento para dizer que não pretende fugir do País; executivo do grupo Ricardo Saud segue mesma estratégia

Breno Pires e Beatriz Bulla, de Brasília

09 Setembro 2017 | 16h00

 

A defesa de Joesley Batista e Joesley Batista, delatores do Grupo J&F, pediu na madrugada deste sábado, 9, para ser ouvida pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, antes da decisão sobre o pedido de prisão apresentado pela Procuradoria-Geral da República na noite desta sexta-feira, 8.

Documento

Na manifestação, também informa que os delatores deixam os passaportes à disposição da Justiça e que estão disponíveis a prestar qualquer esclarecimento necessário. O risco de fuga é um dos motivos pelos quais pode ser determinada uma prisão temporária ou preventiva.