O não de Barroso ao amigo de Temer

O não de Barroso ao amigo de Temer

Leia o despacho do ministro do Supremo que prorrogou inquérito do Decreto dos Portos por mais 60 dias e vetou pedido da defesa do empresário e advogado José Yunes para 'acesso ilimitado' à investigação

Rafael Moraes Moura e Amanda Pupo/BRASÍLIA

08 Maio 2018 | 05h56

No mesmo despacho em que esticou por mais 60 dias o inquérito do Decreto dos Portos, que mira Michel Temer, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo, vetou à defesa do empresário e advogado José Yunes, amigo do presidente, ‘acesso ilimitado’ aos autos.

O ministro rechaçou arquivamento do inquérito, acolhendo manifestação do Ministério Público Federal sobre a necessidade de se aguardar a conclusão das diligências ‘para que se possa formar opinião sobre a existência material dos delitos investigados’.