Juízes defendem Lunardelli para STJ

Juízes defendem Lunardelli para STJ

Desembargador federal, mestre e doutor em Direito Econômico pela USP, José Marcos Lunardelli integra lista tríplice que será submetida à Presidência; entidade diz que escolha corrigirá 'histórico equívoco' e pede 'sensibilidade' de Dilma

Fausto Macedo

14 Outubro 2015 | 08h28

Fachada do STJ, em Brasília. Foto: Divulgação

Prédio do STJ, em Brasília. Foto: Divulgação

Uma das principais entidades da magistratura – a Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) – afirmou que a indicação do desembargador José Marcos Lunardelli para compor o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ‘aponta para a correção de um evidente desequilíbrio federativo no âmbito do Poder Judiciário brasileiro’.


Em nota divulgada nesta terça-feira, 13, a Ajufesp defendeu a escolha de Lunardelli. Ele integra a lista tríplice que será submetida ao crivo da presidente Dilma Rousseff – a quem cabe a palavra final. Os magistrados dizem ‘contar com a sensibilidade da Presidenta Dilma Roussef na escolha de Lunardelli’. Para eles, a medida vai atenuar ‘histórico equívoco na composição do STJ’.

Lunardelli. Foto: Divulgação

Lunardelli. Foto: Divulgação

Mestre e Doutor em Direito Econômico pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Lunardelli tem mais de vinte anos de carreira na magistratura federal, fortes vínculos com a primeira instância e atualmente ocupa cadeira no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).

A entidade dos juízes federais argumenta que a Terceira Região do Judiciário Federal, com jurisdição em São Paulo e Mato Grosso do Sul, ‘uma das maiores em volume de processos’, conta com apenas um representante na Corte Superior, destinada a uniformizar a interpretação da legislação federal.

“Essa distorção há muito é sentida pelos profissionais dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul e merece ser corrigida”, assinala a entidade dos magistrados.

Os três nomes da lista para indicação à vaga aberta destinada aos Tribunais Regionais Federais junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) são enaltecidos pela Ajufesp. “Reconhecendo as qualidades de todos os que integram a lista, a Ajufesp externa especial satisfação e expectativa com a presença do desembargador federal José Marcos Lunardelli na lista tríplice.” A entidade destaca no desembargador ‘competência, preparo e solidez moral’.

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA DA ASSOCIAÇÃO DOS JUÍZES FEDERAIS DE SÃO PAULO E MATO GROSSO DO SUL POR JOSÉ MARCOS LUNARDELLI

A Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul – AJUFESP cumprimenta e felicita os integrantes da magistratura federal que compõem a lista tríplice para indicação à vaga aberta destinada aos Tribunais Regionais Federais junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Reconhecendo as qualidades de todos os que integram a lista, a AJUFESP vem a público externar especial satisfação e expectativa com a presença do Desembargador Federal José Marcos Lunardelli na lista tríplice.

Mestre e Doutor em Direito Econômico pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, o Desembargador Federal José Marcos Lunardelli possui mais de vinte anos de experiência na magistratura federal, fortes vínculos com a primeira instância e honra o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, com sua competência, preparo e solidez moral, comprovados pela indicação para compor a lista tríplice para nomeação a uma das vagas do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Além disso, a indicação do respeitado magistrado aponta para a correção de um evidente desequilíbrio federativo, no âmbito do Poder Judiciário brasileiro, já que a Terceira Região, uma das maiores em volume de processos, conta com apenas um representante na Corte Superior, destinada a uniformizar a interpretação da legislação federal em nosso país. Essa distorção há muito é sentida pelos profissionais dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul e merece ser corrigida.

A AJUFESP empenha seu incondicional apoio ao Desembargador José Marcos Lunardelli e espera contar com a sensibilidade da Presidenta Dilma Roussef na escolha de seu nome, que engrandecerá o Superior Tribunal de Justiça e minorará um histórico equívoco na composição do órgão.

A Diretoria

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