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José Dirceu ‘passa bem’, diz assessoria

Redação

27 março 2015 | 19:34

Em nota distribuída nesta sexta feira, 27, por sua assessoria de imprensa, Dirceu informa que realizou “uma segunda ressonância magnética depois de ter um pico de hipertensão na segunda feira”

Por Ricardo Brandt, Julia Affonso e Fausto Macedo

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil do governo Lula) “passa bem”. Em nota distribuída nesta sexta-feira, 27, por sua assessoria de imprensa, Dirceu informa que realizou “uma segunda ressonância magnética depois de ter um pico de hipertensão na segunda-feira (23)”.

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Dirceu está sob forte pressão. Ele é alvo da Operação Lava Jato. A força-tarefa do Ministério Público Federal investiga contratos de sua empresa, a JD Assessoria e Consultoria, com empreiteiras que formaram cartel na Petrobrás. A quebra de sigilo fiscal da empresa do ex-ministro revela faturamento de R$ 29 milhões em oito anos. Parte desses ativos entrou no caixa da JD Assessoria por meio de repasses de empreiteiras sob suspeita no esquema de corrupção na estatal petrolífera.

Há alguns dias, o procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, que integra a força-tarefa da Lava Jato, disse que a situação do ex-ministro “é complicada”.

Na segunda feira, 23, Dirceu passou por exames em um hospital de Brasília e a equipe médica diagnosticou uma “mínima ectasia do espaço liquórico bifrontal, um possível hematoma”.

Durante toda a sexta feira, 27, circularam boatos de que o ex-ministro de Lula havia sofrido um princípio de AVC. Em nota divulgada no início da noite desta sexta feira, a assessoria do ex-ministro esclareceu.

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DE JOSÉ DIRCEU

“O ex-ministro José Dirceu passa bem. Ele realizou hoje uma segunda ressonância magnética depois de ter um pico de hipertensão na segunda-feira. Na terça, após o primeiro exame, a equipe médica havia diagnosticado uma “mínima ectasia do espaço liquórico bifrontal” – um possível hematoma. A ressonância de hoje tem o objetivo de medir a evolução do quadro clínico.”

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