Gilmar também não solta

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Leia as decisões do ministro do Supremo que negou, nesta sexta-feira, 22, habeas corpus aos empresários Joesley e Wesley Batista

Breno Pires, Rafael Moraes Moura e Luiz Vassallo

22 Setembro 2017 | 20h35

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes negou, nesta sexta-feira, 22, pedido de habeas corpus da defesa de Joesley Batista e Wesley Batista.

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As defesas buscavam reverter a prisão preventiva decretada no âmbito da Operação Acerto de Contas, desdobramento da Tendão de Aquiles, em que os executivos são acusados de lucrar indevidamente no mercado de ações e usar informações privilegiadas antes de vir à tona o acordo de colaboração premiada que firmaram com o Ministério Público Federal (MPF).

“A prisão preventiva foi adotada diante de um delito com pena que excede ao parâmetro legal em circunstâncias objetivas e subjetivas particularmente graves. Não está evidente que sua decretação é desproporcional”, anotou.

 

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