Explosão entre petistas causou ação da PF, diz PM do Paraná

Tenente-coronel Mário Henrique do Carmo, comandante do 20 batalhão da PM do Paraná, afirmou que as bombas de efeito moral jogadas contra manifestantes pró-Lula pela Polícia Federal se deu após duas explosões ocorridas em meio aos petistas

Fabio Serapião

08 Abril 2018 | 00h25

O tenente-coronel Mário Henrique do Carmo, comandante do 20 batalhão da PM do Paraná, afirmou que as bombas de efeito moral jogadas contra manifestantes pró-Lula pela Polícia Federal se deu após duas explosões ocorridas em meio aos petistas.

“Houve explosão no meio dos manifestantes, não sabemos como aconteceu. A bomba explodiu no chão, duas vezes”, disse O PM.

De acordo com o comandante, as manifestações estavam tranquilas até o momento que o helicóptero que trazia Lula do aeroporto Afonso Pena se aproximou do prédio da PF. “Na hora do pouso houve a explosão e a PF agiu”, explicou.

“ Os Dois movimentos estavam se manifestando de maneira ordeira, quando do pouso os ânimos se acirraram e houve a explosão”, disse o comandante Carmo.

Após o tumulto, que resultou em oito feridos, a PM afirmou que cumpriu o “interdito proibitório” e todo o perímetro do prédio da PF agora está isolado.

Com a medida, a vigília de manifestantes pró-Lula estão proibidas no entorno da PF. Desde o tumulto, os dois grupo de manifestantes são mantidos a ceca de dois quarteirões da PF.

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